Se no jogo da manhã tivemos um duelo de vencedores, no da tarde, outro de perdedores. Nigéria x Grécia. A julgar pela partida de estreia, a Grécia não poderia sonhar com nada melhor que um empate sem gols. Nem Ulisses, em Ítaca, tampouco Zeus, no Olimpo. Ninguém apostava na Grécia. No Hades até tinha quem fizesse tal aposta, apenas para contrariar o mundo.
Nem no período da Grécia Antiga, nem na fase helenística, nem na fase homérica. Não há em toda história grega um registro sequer de partida de futebol com a Grécia atacando. Homero, claro, escreveu a verdadeira epopéia grega. Nada de Odisséia ou Ilíada. Essa é a epopéia para tolos e desinformados. A verdadeira epopéia perdeu-se na história.
Nela, narra-se a aventura do incrível Zagorakis, capaz de feitos inacreditáveis, tais como liderar uma Grécia a ser campeã de uma Eurocopa. Porém, é o que se comenta por aí, Homero arriscou-se e colocou, no capítulo final de sua obra, um gol grego em Copa do Mundo. Desde então não se tem mais registros da epopéia, a não ser este link perdido no horáculo dos tempos modernos, o Google. Homero, desiludido e sem entender o ocorrido, então, escreveu rapidamente sem grandes pensamentos, as obras que hoje se têm como epopéias, mas todos sabem, são mero "tampão" histórico...
Pois bem, seja lá o que ocorreu com tal obra, seja lá que Zeus, Poseidôn ou Afrodite fizeram, o que é certo é que Homero é superior a todos estes juntos. O único superior a Homero é Zagorakis, porém este ainda vive disfarçado entre os humanos e não pode assumir sua real posição. E o escrito se fez prático, ainda que apenas no século XXI... (no quarto jogo grego, se você é realista, ou em 80 anos de Copa, se você é da imprensa).
Contudo, a tarefa era árdua, e muito provavelmente Homero não referia-se a um jogo contra a Nigéria. Contudo, não era um dia comum. O começo de jogo foi cheio de chutões, muito fraco tecnicamente. Contudo, a proposta nigeriana era contra-atacar (?!) e a grega de ATACAR. (!!!!!!)
E a loucura se fez na prática. Loucura, talvez, para um pobre tolo como eu. Homero, quiçá, tenha previsto exatamente tal feito. Para saber a verdade, apenas se alguém encontrar a verdadeira epopéia, que, começo a cogitar, está na África.
E tão louco estava o jogo, que a Nigéria fez 1x0 em um gol à la grega: Uche, de bola parada cruzou. Ninguém relou na bola, ela tornou-se um perigo para o goleiro. E morreu no fundo da rede. Para muitos, o fim de Copa grego. Para quase todos, menos para Homero, que certamente escreveu lá em sua obra que o gol grego sairia nesta tarde.
A Nigéria ficou com controle absoluto da partida, até que o nigeriano Kaita esqueceu que é africano, que tem ginga, velocidade e resistência. Deu uma de grego. Foi de uma burrice que provavelmente nem Homero imaginou. Recebeu o cartão proporcional á inteligência. Vermelho nele!
A partir daí a Grécia passou a pressionar. O treinador, que acreditem, é alemão, colocou um atacante e colocou o time no ataque. É, acho que um jogo louco desses, nem Homero tinha como imaginar...
Ainda no primeiro tempo, a Grécia empatou. 1x1. O segundo tempo prometia.
Logo no começo, a Grécia teve uma chance na cara do gol. Enyeama faz milagre, como de costume. No contra-ataque, a Nigéria teve chance na cara do gol também, perdeu novamente. Não bastasse isso, a bola sobrou para Obasi, o qual deu uma de grego, bebeu todas antes da partida ou olhava para alguma sul-africana na torcida, pois perdeu um gol inacreditável. Daqueles que até Higuaín faria. É, os deuses estavam a favor.
E para fechar a loucura, só faltava uma arte em dupla: deuses gregos - Jabulani. Ela veio. O super Enyeama falhou, pela primeira e talvez única vez nesta Copa. A bola sobrou para Torosidis, cuja única função era dar uma de Higuaín, ou seja, empurrar para o gol. E, diga-se, os únicos que não conseguiriam fazer isto são Robert e André Lima - e estes não estão na Copa, no máximo na copa da cozinha.
Para fechar a loucura,a lgo que, com certeza, nem Homero, nem Zeus, nem Ulisses, nem meu cachorro cogitaram: a Grécia tem chances de passar de fase, ao menos em teoria. A Nigéria também. O time grego será batido pela Argentina. Basta o time nigeriano vencer por um saldo de gols necessário a equipe sul-coreana...
Por hora, basta seguir acompanhando a Copa e ver no que dará, já que a grande obra de Homero, definitivamente, não será encontrada.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Capítulo 18: Argentina x Coréia do Sul - Três do Higuaruín, para japa nenhum deixar de ver
Jogo de vencedores. Coréia vencera a Grécia por 2x0. Argentina a Nigéria por 1x0. Quem vencesse estava na próxima fase, e quem perdesse ainda seguiria dependendo só de si para passar. Promessa de jogo aberto, até pela proposta "maradonista" da Argentina. Aliás, proposta que a própria Argentina que originou a nomenclatura.
Contudo, se a escalação Messi, Tevez e Di María encantasse - e não me venham com Higuaín, que já virou Higuaruín, pois é grosso - os primeiros minutos de jogo foram de uma marcação japa vencendo o talento argentino.
E, curioso, a coisa começou a mudar de modo dunguista (e já adianto que os termos maradonista e dunguista terão presença constante nesta Copa, qualquer dúvida leia o post referência do assunto ).
Messi, que até então era completamente anulado pelo grande marcador Sung-Yueng, cruzou. Na ausência de Heinze na hora do cabeceio, só se o povo adversário ajudar. Os sul-coreanos são povo solidário, e se a Argentina está com dificuldades, Chu-Young faz contra. detalhe, o rapaz é o jogador MAIS AVANÇADO do time asiático. Nisso que dá querer ajudar...
Boatos já dizem que o coreano em questão será anunciado em breve por Banfield, Lanús, River Plate ou Boca Júniors, em retribuição a generosidade do rapaz. O grande entrave é que nenhum dos quatro clubes - cujos nomes foram citados pela AFA na organização do PAA (Plano de Ajuda à Argentina) - quer o atleta. Os mais entusiasmados ainda colocam a possibilidade do tal Chu-Young se naturalizar argentino para, evidentemente, nunca ser sequer convocado. Nem para aquele bobinho recreativo.
Contudo, boatos são boatos, então voltemos ao jogo. E a Argentina, ainda com Chu-Young como adversário, foi dominando o meio. O futebol de Messi e Di María aparecia. O de Tevez sobrava. Jogou muito o atacante "hermano".
Não tardou para Higuaruín marcar um gol, depois, é claro, de perder dois. Ele cabeceou e o goleiro colocou para dentro, ajudando o centro-avante. 2x0 normal, a Argentina é mesmo tudo isso que dizem do meio para frente - embora Agüero e Milito tenham mais futebol que Higuaruín.
Contudo, ela também é exatamente o que dizem da sua defesa. E não pdoeria passar sem uma falha. E foram duas. Primeiro, apesar de toda facilidade de tempo para dominar e chutar, apesar do atacante sul-scoreano não ser nenhum Drogba da vida, apesar de restarem apenas segundos para o término da etapa inicial, Demichelis é argentino e arrogante. (pleonasmo?) Então, não quis facilitar, quis sair como se fosse Luís Pereira. Não é. Perdeu a bola e Chung-Yong descontou.
Calma torcedor. Se você, por algum momento pensou que o rapaz com chances de se naturalizar traiu sua pátria tão logo ajudou-a, errou. Esse, que fez o gol, é Chung-Yong. Aquele, o argentino enrustido, é Chu-Young. Um é Chung outro Chu. A diferença entre eles é apenas um "ng". Mas é.
No segundo tempo, o jogo prometia um pouco de tensão. nada de risco de eliminação ou pancadaria. Tampouco um argelino louco subindo nos holofotes do estádio, ou mesmo um brasileiro sendo empurrado da arquibancada. Mas apenas porque a Coréia estava de novo no jogo, e teve uma chance clara.
Contudo, o filósofo dos tempos modernos, o qual superou, dentre outros, Aristótles, Platão e Confúcio, o célebre Mirandinha, já disse há alguns anos: "ou eu penso, ou eu corro". Quem são os coreanos para discutir isso? Correm muito, e não sobra maneira de pensar que, mesmo sendo canhoto, a pessoa ainda possui uma perna direita que pode ser utilizada. Não deu ´para pensar, só para correr, e a Coréia perdeu a grande chance.
A Argentina foi superior, jogava bem, mas só consgeuiu ampliar novamente com Higuaruín. O rapaz fez um gol que calou este que escreve estas linhas, mostrando uma categoria acima da média, e uma visão de jogo incrível. Um golaço! Cinco centímetros longe do gol, sem goleiro, a bola vem em seu pé. E ele, inacreditavelmente, faz.
Pouco depois, o imponderável, apesar de nova falha do arqueiro, Higuaín faz o terceiro. E independente de ser um Robert piorado, um cara que faz tr~es em uma mesma partida emrece ter seu nome grafado direito, ainda que no pênúltimo parágrafo deste post.
Aliás, penúltimo porque o escriba é retardado. Chega de Argentina. E um time que toma três de Higuaruín não merece grande atenção também...
Contudo, se a escalação Messi, Tevez e Di María encantasse - e não me venham com Higuaín, que já virou Higuaruín, pois é grosso - os primeiros minutos de jogo foram de uma marcação japa vencendo o talento argentino.
E, curioso, a coisa começou a mudar de modo dunguista (e já adianto que os termos maradonista e dunguista terão presença constante nesta Copa, qualquer dúvida leia o post referência do assunto ).
Messi, que até então era completamente anulado pelo grande marcador Sung-Yueng, cruzou. Na ausência de Heinze na hora do cabeceio, só se o povo adversário ajudar. Os sul-coreanos são povo solidário, e se a Argentina está com dificuldades, Chu-Young faz contra. detalhe, o rapaz é o jogador MAIS AVANÇADO do time asiático. Nisso que dá querer ajudar...
Boatos já dizem que o coreano em questão será anunciado em breve por Banfield, Lanús, River Plate ou Boca Júniors, em retribuição a generosidade do rapaz. O grande entrave é que nenhum dos quatro clubes - cujos nomes foram citados pela AFA na organização do PAA (Plano de Ajuda à Argentina) - quer o atleta. Os mais entusiasmados ainda colocam a possibilidade do tal Chu-Young se naturalizar argentino para, evidentemente, nunca ser sequer convocado. Nem para aquele bobinho recreativo.
Contudo, boatos são boatos, então voltemos ao jogo. E a Argentina, ainda com Chu-Young como adversário, foi dominando o meio. O futebol de Messi e Di María aparecia. O de Tevez sobrava. Jogou muito o atacante "hermano".
Não tardou para Higuaruín marcar um gol, depois, é claro, de perder dois. Ele cabeceou e o goleiro colocou para dentro, ajudando o centro-avante. 2x0 normal, a Argentina é mesmo tudo isso que dizem do meio para frente - embora Agüero e Milito tenham mais futebol que Higuaruín.
Contudo, ela também é exatamente o que dizem da sua defesa. E não pdoeria passar sem uma falha. E foram duas. Primeiro, apesar de toda facilidade de tempo para dominar e chutar, apesar do atacante sul-scoreano não ser nenhum Drogba da vida, apesar de restarem apenas segundos para o término da etapa inicial, Demichelis é argentino e arrogante. (pleonasmo?) Então, não quis facilitar, quis sair como se fosse Luís Pereira. Não é. Perdeu a bola e Chung-Yong descontou.
Calma torcedor. Se você, por algum momento pensou que o rapaz com chances de se naturalizar traiu sua pátria tão logo ajudou-a, errou. Esse, que fez o gol, é Chung-Yong. Aquele, o argentino enrustido, é Chu-Young. Um é Chung outro Chu. A diferença entre eles é apenas um "ng". Mas é.
No segundo tempo, o jogo prometia um pouco de tensão. nada de risco de eliminação ou pancadaria. Tampouco um argelino louco subindo nos holofotes do estádio, ou mesmo um brasileiro sendo empurrado da arquibancada. Mas apenas porque a Coréia estava de novo no jogo, e teve uma chance clara.
Contudo, o filósofo dos tempos modernos, o qual superou, dentre outros, Aristótles, Platão e Confúcio, o célebre Mirandinha, já disse há alguns anos: "ou eu penso, ou eu corro". Quem são os coreanos para discutir isso? Correm muito, e não sobra maneira de pensar que, mesmo sendo canhoto, a pessoa ainda possui uma perna direita que pode ser utilizada. Não deu ´para pensar, só para correr, e a Coréia perdeu a grande chance.
A Argentina foi superior, jogava bem, mas só consgeuiu ampliar novamente com Higuaruín. O rapaz fez um gol que calou este que escreve estas linhas, mostrando uma categoria acima da média, e uma visão de jogo incrível. Um golaço! Cinco centímetros longe do gol, sem goleiro, a bola vem em seu pé. E ele, inacreditavelmente, faz.
Pouco depois, o imponderável, apesar de nova falha do arqueiro, Higuaín faz o terceiro. E independente de ser um Robert piorado, um cara que faz tr~es em uma mesma partida emrece ter seu nome grafado direito, ainda que no pênúltimo parágrafo deste post.
Aliás, penúltimo porque o escriba é retardado. Chega de Argentina. E um time que toma três de Higuaruín não merece grande atenção também...
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
Capítulo 17: África do Sul x Uruguai - O primeiro adeus
A segunda rodada tinha grande expectativa de minha parte. Além da Jabulani, que anda rebelde pra caraio nesse começo de Copa - mas também, não podia-se esperar nada diferente visto que só criticaram a pobre coitada...
A expectativa era sobre os gols. Pensei eu, na primeira rodada, os times ficam com aquele medo de perder e se complicar. Porém, muito times, caso não vençam na segunda partida, estarão praticamente eliminados. Ou até 100%.
O grupo A, porém, em teoria, era marcado pelo equilíbrio. A seleção da África do Sul é bem fraquinha, desde os amistosos sempre mostrou isso. Muita dificuldade em marcar, e uma defesa razoável. Ou perdia, ou empatava. Porém, a Copa é lá, e aí, com apoio das vuvuzelas, tudo pode acontecer.
Contudo, pelo visto, isso ficou na primeira rodada. Com dez minutos de jogo, só dava Celeste. E mais assustador justamente por ser o Uruguai, que em geral é pura retranca. A primeira vez que a bola cercou a área do Uruguai foi lá para 15 minutos, sem o menor perigo.
Aos 20, Forlán, o único atleta acima da média no gramado, chutou de longe. A bola desviou e fez justiça ao que ocorria no gramado. Uruguai 1 x 0 África do Sul.
Sem nenhum sucesso, o time sul-africano passou a atacar, mas quem assustava mais era o próprio Uruguai. A média de gols pré-Copa dos sul-africanos era algo em torno de um gol a cada 125 partidas. Isso contra times sem grande nome. O que dizer de um Uruguai, especialmente forte na sua defensiva? É, não teríamos gol da seleção sula-fricana de Joel Santana. O quê? Ah, é verdade, o tecnico era Parreira, o que reduz ainda mais as chances de gol da equipe sede da Copa.
No segundo tempo o país sede foi pra cima, claro, sem causar nenhum grande perigo. O jogo já tinha acabado. Poderiam estar jogando até agora que não teria saído gol. Só se fosse de pênalti, e batido por Mandela, absolutamente por respeito. Por jogador, a bola não entraria. Mphela não faz nem cócegas.
Flanado nisso, o goleirão sul-africano foi pênalti e foi expulso. Forlán bateu exatamente como contra o Equador, em Quito, em jogo decisivo das eliminatórias, no alto, e fez o segundo.
Ao final do jogo, Pereira fez o terceiro, apenas para matar de vez o time da casa, visto que além da pontuação baixa, o time de Parreira precisa vencer por boa diferença de gols. E diga-se, se fizer um na França já vira feriado nacional...
A expectativa era sobre os gols. Pensei eu, na primeira rodada, os times ficam com aquele medo de perder e se complicar. Porém, muito times, caso não vençam na segunda partida, estarão praticamente eliminados. Ou até 100%.
O grupo A, porém, em teoria, era marcado pelo equilíbrio. A seleção da África do Sul é bem fraquinha, desde os amistosos sempre mostrou isso. Muita dificuldade em marcar, e uma defesa razoável. Ou perdia, ou empatava. Porém, a Copa é lá, e aí, com apoio das vuvuzelas, tudo pode acontecer.
Contudo, pelo visto, isso ficou na primeira rodada. Com dez minutos de jogo, só dava Celeste. E mais assustador justamente por ser o Uruguai, que em geral é pura retranca. A primeira vez que a bola cercou a área do Uruguai foi lá para 15 minutos, sem o menor perigo.
Aos 20, Forlán, o único atleta acima da média no gramado, chutou de longe. A bola desviou e fez justiça ao que ocorria no gramado. Uruguai 1 x 0 África do Sul.
Sem nenhum sucesso, o time sul-africano passou a atacar, mas quem assustava mais era o próprio Uruguai. A média de gols pré-Copa dos sul-africanos era algo em torno de um gol a cada 125 partidas. Isso contra times sem grande nome. O que dizer de um Uruguai, especialmente forte na sua defensiva? É, não teríamos gol da seleção sula-fricana de Joel Santana. O quê? Ah, é verdade, o tecnico era Parreira, o que reduz ainda mais as chances de gol da equipe sede da Copa.
No segundo tempo o país sede foi pra cima, claro, sem causar nenhum grande perigo. O jogo já tinha acabado. Poderiam estar jogando até agora que não teria saído gol. Só se fosse de pênalti, e batido por Mandela, absolutamente por respeito. Por jogador, a bola não entraria. Mphela não faz nem cócegas.
Flanado nisso, o goleirão sul-africano foi pênalti e foi expulso. Forlán bateu exatamente como contra o Equador, em Quito, em jogo decisivo das eliminatórias, no alto, e fez o segundo.
Ao final do jogo, Pereira fez o terceiro, apenas para matar de vez o time da casa, visto que além da pontuação baixa, o time de Parreira precisa vencer por boa diferença de gols. E diga-se, se fizer um na França já vira feriado nacional...
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Capítulo 16: Espanha x Suíça - E a zebra saiu do Safari
A zebra adora passear pelo mundo dos esportes, em especial no futebol. Contudo, nesta primeira rodada de Copa do Mundo ela andava cansada. Não aparecia nem sob tortura. Eis que resolveu, justamente no último jogo da primeira rodada, aparecer. E logo na partida da toda poderosa Espanha...
Espanha, que aliás, fez o de sempre. A cada Copa que passa entra mais e mais favorita em relação à anterior. E também a cada Copa disputada decepciona mais e mais seus fãs. Nesta estreia, não foi muito diferente.
O primeiro tempo foi praticamente o que se esperava. Imaginava-se um ótimo jogo da Fúria, com troca de passes rápidos e diversoso lances de perigo. Isso aconteceu. Esperava-se um Suíça toda fechada, marcando exatamente como um psicopata persegue sua vítima. Isso aconteceu. Esperava-se um show espanhol. Isso também aconteceu. Troca de apsses rápida e envolvente, variação de jgoadas, um meio campo avassalador.
Ora, se tudo que se esperava aconteceu, por que o praticamente do começo do parágrafo anterior? Simples, faltou o gol. Como aliás, faltou em toda primeira rodada desta Copa. Não faltaram chances de marcar. Não foram claras, mas para se dizer que um time jogou bem, não há necessidade de tal. Não há necessidade de jogadas plásticas. A Fúria virou o jogo, tocou a bola, fez inflitrações e metidas de bola. Só não fez o gol.
A Suíça, por sua vez, marcou muito bem, porém, não encontrou seus espaços no contra-ataque na primeria etapa. Porém, seu objetivo maior era amrcar e não levar gol para, depois, s epossível, aprontar. E nessa propostas, os suíços saíram-se muito bem tmbém. Com ambos jogando bem, o jogo foi muito bom e agradável de se assisitir - e repito, para um jogo ser bom não precisa ser, necessariamente, plástico. Aliás, a meu ver esta quarta-feira teve o dia de melhores jogos até aqui. Se bem que para tal nem é preciso muito mesmo...
No segundo tempo, claro, o padrão ia manter-se. Faltavam Fábregas e Torres no time espanhol. Com o meia certamente chances de gol seriam ainda mais presentes e claras. E os arremates com o jogador do Liverpool, se não mais precisos, pois Villa é goleador, seriam mais frequentes, pois teríamos dois atletas de bom arremate para serem marcados.
Porém, quem esperava uma blitz espanhola nos 15 minutos iniciais, dançou. E caiu da cadeira. Não bastasse o gol da Suíça, que veio aos cinco minutos, com Fernandes, o que por si só já era uma senhora notícia, ainda muita gente saiu quebrada no bolão. Poucas pessoas ousaram colocar um gol para a Suíça. Eu entre elas.
Mesmo com o gol, a Espanha seguiu tendo posse de bola, rodando, buscando os espaços, mas sem concretizá-los em chances claras, ou mesmo em gol. Parecia mesmo que os espanhóis acreditavam que poderiam fazer gol quando quisessem, simples assim. Isso ainda mais com o gol que perdeu Torres, querendo marcar um de placa por cobertura.
O tempo passava, a Suíça, que tem uma senhora defesa - e que não por acaso saiu do mundial passado sem levar um gol sequer - segurava. A Espanha já não tinha o super poder ofensivo, tinha virado desespero. E, desta maneira, rodou.
Quase fez um golaço com Xabi Alonso, verdade, quando a redonda explodiu na trave. Contudo também quase tomou um, com outra bola na trave, lance cuja plasticidade foi ainda maior.
E assim acabou. 1x0. Zebra. E pra não dizer que não teve bizarrice nessa partida, Senderos, zagueiro suíço, contundiu-se em choque com um próprio companheiro...
Nada que me faça mudar de ideia de que este foi o melhor jogo da Copa até aqui. Tanto foi que o post é o maior dessa Copa.
Que venha a segunda rodada.
Espanha, que aliás, fez o de sempre. A cada Copa que passa entra mais e mais favorita em relação à anterior. E também a cada Copa disputada decepciona mais e mais seus fãs. Nesta estreia, não foi muito diferente.
O primeiro tempo foi praticamente o que se esperava. Imaginava-se um ótimo jogo da Fúria, com troca de passes rápidos e diversoso lances de perigo. Isso aconteceu. Esperava-se um Suíça toda fechada, marcando exatamente como um psicopata persegue sua vítima. Isso aconteceu. Esperava-se um show espanhol. Isso também aconteceu. Troca de apsses rápida e envolvente, variação de jgoadas, um meio campo avassalador.
Ora, se tudo que se esperava aconteceu, por que o praticamente do começo do parágrafo anterior? Simples, faltou o gol. Como aliás, faltou em toda primeira rodada desta Copa. Não faltaram chances de marcar. Não foram claras, mas para se dizer que um time jogou bem, não há necessidade de tal. Não há necessidade de jogadas plásticas. A Fúria virou o jogo, tocou a bola, fez inflitrações e metidas de bola. Só não fez o gol.
A Suíça, por sua vez, marcou muito bem, porém, não encontrou seus espaços no contra-ataque na primeria etapa. Porém, seu objetivo maior era amrcar e não levar gol para, depois, s epossível, aprontar. E nessa propostas, os suíços saíram-se muito bem tmbém. Com ambos jogando bem, o jogo foi muito bom e agradável de se assisitir - e repito, para um jogo ser bom não precisa ser, necessariamente, plástico. Aliás, a meu ver esta quarta-feira teve o dia de melhores jogos até aqui. Se bem que para tal nem é preciso muito mesmo...
No segundo tempo, claro, o padrão ia manter-se. Faltavam Fábregas e Torres no time espanhol. Com o meia certamente chances de gol seriam ainda mais presentes e claras. E os arremates com o jogador do Liverpool, se não mais precisos, pois Villa é goleador, seriam mais frequentes, pois teríamos dois atletas de bom arremate para serem marcados.
Porém, quem esperava uma blitz espanhola nos 15 minutos iniciais, dançou. E caiu da cadeira. Não bastasse o gol da Suíça, que veio aos cinco minutos, com Fernandes, o que por si só já era uma senhora notícia, ainda muita gente saiu quebrada no bolão. Poucas pessoas ousaram colocar um gol para a Suíça. Eu entre elas.
Mesmo com o gol, a Espanha seguiu tendo posse de bola, rodando, buscando os espaços, mas sem concretizá-los em chances claras, ou mesmo em gol. Parecia mesmo que os espanhóis acreditavam que poderiam fazer gol quando quisessem, simples assim. Isso ainda mais com o gol que perdeu Torres, querendo marcar um de placa por cobertura.
O tempo passava, a Suíça, que tem uma senhora defesa - e que não por acaso saiu do mundial passado sem levar um gol sequer - segurava. A Espanha já não tinha o super poder ofensivo, tinha virado desespero. E, desta maneira, rodou.
Quase fez um golaço com Xabi Alonso, verdade, quando a redonda explodiu na trave. Contudo também quase tomou um, com outra bola na trave, lance cuja plasticidade foi ainda maior.
E assim acabou. 1x0. Zebra. E pra não dizer que não teve bizarrice nessa partida, Senderos, zagueiro suíço, contundiu-se em choque com um próprio companheiro...
Nada que me faça mudar de ideia de que este foi o melhor jogo da Copa até aqui. Tanto foi que o post é o maior dessa Copa.
Que venha a segunda rodada.
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Capítulo 15: Chile x Honduras - O terremoto chileno
Futebol é um esporte pra lá de curioso. Quando menos se espera algo de um jogo, ele vai lá e surpreende. Chile e Honduras não tinha expectativas assombrosas para um grande jogo, especialmente depois do que anda se vendo nesta Copa.
O resultado da partida, 1x0 para os chilenos, foi o comum. Já é a sexta vez que isso ocorre (além de Chile x Honduras, Argélia x Eslovênia, Espanha x Suíça, Sérvia x Gana e Argentina e Nigéria também tiveram o placar de 1x0 em seus jogos). Contudo, o jogo chileno fugiu do padrão.
Marcelo Bielsa, treinador argentino, não recebeu por acaso o apelido de "el loco". Independente do time que esteja, o cabra mete o time no ataque. Pode enfrentar o Barcelona e jogar com o Cabense-PE. Vai jogar pra frente, e se possível com três atacantes. - ocorre que não sei se a Cabense tem três atacantes para escalar no momento...
E foi o que se viu na prática. O time entrou para frente, com Beausejour, Sánchez, Valdívia e Matías Fernadés, este último acima da média, o quadrado mágico chileno, que ainda tem o Shrek (Suazo) para escalar.
Honduras é fraca. Porém, é superior a muitos times desta Copa. Só que enfrentou o terceiro melhor jogo de uma equipe. Ou quarto para os mais críticos. Jogou abaixo da Alemanha e, talvez, eu disse TALVEZ, abaixo de Argentina e Espanha.
Os chilenos surpreenderam, e positivamente. O tempo todo pressionaram. Jogaram para frente, buscando o gol. Quando encontraram esse, com Beausejour, muitos devem pensar: agora recuam. Ledo engano. A equipe sul-americana seguiu atacando e criando oportunidades, que foram desperdiçadas pelo seu ataque.
Contudo, isso é de menos. É mais fácil treinar finalziação e acertá-las em um time que cria diversas oportunidades de gol, do que fazer um time com ótima finalização criar mais chances de gol. E o Chile tem tudo para acertar esse "defeito".
Ao final da partida, já um pouco recuada, a equipe de Bielsa tomou um susto. Honduras teve chance clara ao quadrado para marcar. Mas perdeu. Irônico apenas o nome do cidadão que perdeu o gol: Welcome. É, Chile, seja bem-vindo...
Claro, a exibição de hoje foi contra uma equipe mais fraca. A Alemanha tem tudo para manter isso. Mas é necessário que o Chile repita vitória contra a Suíça, pois o jogo final é contra a Espanha, e se o Chile quiser jogar de igual para igual, deixará muitos espaços, e fatalmente perderá. Todavia, alguém aposta em uma retranca de Bielsa? Para que ao menos um jogo da Copa seja bome cheio de gols, por favor, Bielsa, mantenha o time assim.
O resultado da partida, 1x0 para os chilenos, foi o comum. Já é a sexta vez que isso ocorre (além de Chile x Honduras, Argélia x Eslovênia, Espanha x Suíça, Sérvia x Gana e Argentina e Nigéria também tiveram o placar de 1x0 em seus jogos). Contudo, o jogo chileno fugiu do padrão.
Marcelo Bielsa, treinador argentino, não recebeu por acaso o apelido de "el loco". Independente do time que esteja, o cabra mete o time no ataque. Pode enfrentar o Barcelona e jogar com o Cabense-PE. Vai jogar pra frente, e se possível com três atacantes. - ocorre que não sei se a Cabense tem três atacantes para escalar no momento...
E foi o que se viu na prática. O time entrou para frente, com Beausejour, Sánchez, Valdívia e Matías Fernadés, este último acima da média, o quadrado mágico chileno, que ainda tem o Shrek (Suazo) para escalar.
Honduras é fraca. Porém, é superior a muitos times desta Copa. Só que enfrentou o terceiro melhor jogo de uma equipe. Ou quarto para os mais críticos. Jogou abaixo da Alemanha e, talvez, eu disse TALVEZ, abaixo de Argentina e Espanha.
Os chilenos surpreenderam, e positivamente. O tempo todo pressionaram. Jogaram para frente, buscando o gol. Quando encontraram esse, com Beausejour, muitos devem pensar: agora recuam. Ledo engano. A equipe sul-americana seguiu atacando e criando oportunidades, que foram desperdiçadas pelo seu ataque.
Contudo, isso é de menos. É mais fácil treinar finalziação e acertá-las em um time que cria diversas oportunidades de gol, do que fazer um time com ótima finalização criar mais chances de gol. E o Chile tem tudo para acertar esse "defeito".
Ao final da partida, já um pouco recuada, a equipe de Bielsa tomou um susto. Honduras teve chance clara ao quadrado para marcar. Mas perdeu. Irônico apenas o nome do cidadão que perdeu o gol: Welcome. É, Chile, seja bem-vindo...
Claro, a exibição de hoje foi contra uma equipe mais fraca. A Alemanha tem tudo para manter isso. Mas é necessário que o Chile repita vitória contra a Suíça, pois o jogo final é contra a Espanha, e se o Chile quiser jogar de igual para igual, deixará muitos espaços, e fatalmente perderá. Todavia, alguém aposta em uma retranca de Bielsa? Para que ao menos um jogo da Copa seja bome cheio de gols, por favor, Bielsa, mantenha o time assim.
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terça-feira, 15 de junho de 2010
Capítulo 14: Brasil x Coréia do Norte - Mistério Geral (para nada)
A seleção que despertava maior curiosidade para a Copa do Mundo antes de seu início, era a Coréia do Norte. Não apenas pelo futebol, mas pela política, mais especificamente pelo fato de ser um país absurdamente fechado.
O Brasil, todo poderoso, favorito ao título, tal como sempre é, resolveu copiar a seleção coreana. Fez treinos fechados. Muito mistério para nada, claro. A seleção de Dunga joga muito feio, e já digo isso já, sempre disse. Não gosto de seleção que jogue mal para vencer. Mas também não critico quando uma que jogue razoavelmente bem, fracassa. Ou fiz aqui neste espaço alguma chuva de críticas ao time de 2006? Portanto, que fique claro, não gosto dessa seleção. Mas o povo que reclama de 2006, não tem o que reclamar desta, afinal, jogando feio, ela vence. Se bem que o povo sempre dá um jeito de reclamar...
Enfim, a Coreia, entretanto, a este que vos escreve, não rendeu mistéria algum,e sim diversas risadas. Primeiro ao ver imagens de treinos. Duas específicas. A das foquinhas para trás, onde os atletas formam fila e cabeceam uma bola para um parceiro de trás (treino esse cuja função prática desconheço), e a da suruba gay, onde ficam todos se encoxando e um atleta arremessa a bola. Um tanto estranho, mas beleza.
Para completar, apareceu hoje na imagem da Globo, um japinha (e não me venham com japonês, coreano e chinês são muito diferentes, porque o intuito do post não é discutir identidade nacional) chorando muito. Começou o jogo e o cara chorava. Cismei com o rapaz, mas gostei tanto dele, que nem lembro seu nome. Nem de ninguém daquela seleção. E não faço a mínima questão de abrir o globoesporte e pesquisar. Se quiser, façam vocês mesmos: globoesporte.com.
O jogo foi muito fraco. O Brasil não jogou nada bem, um pouco por nervosismo da estreia, um pouco pela facilidade do adversário, e um pouco pela falta de critividade do time. Kaká bem marcado, só restava dribles de Robinho, que até tentou mas pouco - ou nada - conseguiu de prático. Claro, vendo essa inutilidade ofensiva do poderoso Brasil, a Coréia resolveu se aventurar ao ataque. Mas era ruim demais para assustar.
No segundo tempo, o Brasil achou um gol, numa boa jogada de Elano, que deixou Maicon na linha de fundo. O rapaz encheu o pé e fez 1x0. Pouco depois, na marca de Dunga, no único contra-ataque que teve, veio o segundo gol.
E o jogo ficou uma merda. O Brasil tentava, bem aos poucos, o terceiro. A Coreia não sabia se buscava o primeiro, ou se mantinha o resultado. Achou, ao final de 87 minutos jogados, um chute no gol. E a bola entrou. 2x1.
Acabou 2x1. Estreia fraca, mas com vitória. Para quem quer o título, começou bem. Para quemq uer futebol vistoso, ou torça por outra seleção, ou esqueça 2010, ou deixe de torcer e apenas acompanhe a Copa, como eu faço.
Agora, é bom que se diga, melhor que o jogo ou mesmo o coreano chorão, foi a faixa "Cala boca Galvão!", que pôde ser visualizada na imagem da Globo...
O Brasil, todo poderoso, favorito ao título, tal como sempre é, resolveu copiar a seleção coreana. Fez treinos fechados. Muito mistério para nada, claro. A seleção de Dunga joga muito feio, e já digo isso já, sempre disse. Não gosto de seleção que jogue mal para vencer. Mas também não critico quando uma que jogue razoavelmente bem, fracassa. Ou fiz aqui neste espaço alguma chuva de críticas ao time de 2006? Portanto, que fique claro, não gosto dessa seleção. Mas o povo que reclama de 2006, não tem o que reclamar desta, afinal, jogando feio, ela vence. Se bem que o povo sempre dá um jeito de reclamar...
Enfim, a Coreia, entretanto, a este que vos escreve, não rendeu mistéria algum,e sim diversas risadas. Primeiro ao ver imagens de treinos. Duas específicas. A das foquinhas para trás, onde os atletas formam fila e cabeceam uma bola para um parceiro de trás (treino esse cuja função prática desconheço), e a da suruba gay, onde ficam todos se encoxando e um atleta arremessa a bola. Um tanto estranho, mas beleza.
Para completar, apareceu hoje na imagem da Globo, um japinha (e não me venham com japonês, coreano e chinês são muito diferentes, porque o intuito do post não é discutir identidade nacional) chorando muito. Começou o jogo e o cara chorava. Cismei com o rapaz, mas gostei tanto dele, que nem lembro seu nome. Nem de ninguém daquela seleção. E não faço a mínima questão de abrir o globoesporte e pesquisar. Se quiser, façam vocês mesmos: globoesporte.com.
O jogo foi muito fraco. O Brasil não jogou nada bem, um pouco por nervosismo da estreia, um pouco pela facilidade do adversário, e um pouco pela falta de critividade do time. Kaká bem marcado, só restava dribles de Robinho, que até tentou mas pouco - ou nada - conseguiu de prático. Claro, vendo essa inutilidade ofensiva do poderoso Brasil, a Coréia resolveu se aventurar ao ataque. Mas era ruim demais para assustar.
No segundo tempo, o Brasil achou um gol, numa boa jogada de Elano, que deixou Maicon na linha de fundo. O rapaz encheu o pé e fez 1x0. Pouco depois, na marca de Dunga, no único contra-ataque que teve, veio o segundo gol.
E o jogo ficou uma merda. O Brasil tentava, bem aos poucos, o terceiro. A Coreia não sabia se buscava o primeiro, ou se mantinha o resultado. Achou, ao final de 87 minutos jogados, um chute no gol. E a bola entrou. 2x1.
Acabou 2x1. Estreia fraca, mas com vitória. Para quem quer o título, começou bem. Para quemq uer futebol vistoso, ou torça por outra seleção, ou esqueça 2010, ou deixe de torcer e apenas acompanhe a Copa, como eu faço.
Agora, é bom que se diga, melhor que o jogo ou mesmo o coreano chorão, foi a faixa "Cala boca Galvão!", que pôde ser visualizada na imagem da Globo...
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Capítulo 13: Portugal x Costa do Marfim - Jabulani de marcação
O jogo parelelo à partida do Brasil no grupo G tinha grande expectativa. Duas das fortes seleções da Copa. O jogo era fundamental, pois dado o Brasil como grande favorito ao primeiro lugar, o vencedor da partida tinha boas chances de passar. O destaque negativo para o espetáculo era a ausência de Drogba.
Mesmo assim é necessário que não entenda-se nada de futebol para pensar que o time africano é apenas Drogba. É não querer ver Touré, Kalou e Gervinho.Tem um ótimo time. Portugal colocou Simão no banco, já começou errado.
Porém, começou foi melhor. Logo cedo, Cristiano Ronaldo encheu o pé na trave. Poderia ter sido o primeiro gol do viado filha da puta craque português. Aos poucos, porém, Portugal começou a ser engolido pela marcação africana. Não teve melhor do mundo, ou camarada que pensa ser melhor do mundo, para atrapalhar a Costa do Marfim.
A seleção africana, aos poucos passou a ter domínio da posse da bola, mas bem como Portugal fôra no começo, não criava muito. O primeiro tempo se arrastou em um jogo equilibrado. Contudo, longe de ser ruim. Talvez não tenha sido aquele espetáculo que a mairoia esperava. Mas jogo bom não precisa ser necessariamente um jogo plástico.
A interessante primeira etapa seguiu no segundo tempo. E com alguma melhora. A marcação prevalescia, e puxava bons contra-ataques dos dois lados. Jogo corrido. Contudo, faltou a famosa tranquilidade do último passe.
Drogba entrou, e deu trabalho. Quase marcou. Brigou bastante. Portugal teve um gol anulado, com correção.
No finalzinho, quase que a Costa do Marfim marca seu gol salvador, mas o jogo merecia mesmo um empate. Talvez com gols, mas quem disse que a Jabulani quer? Ela que manda, falaram mal dela, ela está se rebelando. Diga-se, com razão.
Mesmo assim é necessário que não entenda-se nada de futebol para pensar que o time africano é apenas Drogba. É não querer ver Touré, Kalou e Gervinho.Tem um ótimo time. Portugal colocou Simão no banco, já começou errado.
Porém, começou foi melhor. Logo cedo, Cristiano Ronaldo encheu o pé na trave. Poderia ter sido o primeiro gol do viado filha da puta craque português. Aos poucos, porém, Portugal começou a ser engolido pela marcação africana. Não teve melhor do mundo, ou camarada que pensa ser melhor do mundo, para atrapalhar a Costa do Marfim.
A seleção africana, aos poucos passou a ter domínio da posse da bola, mas bem como Portugal fôra no começo, não criava muito. O primeiro tempo se arrastou em um jogo equilibrado. Contudo, longe de ser ruim. Talvez não tenha sido aquele espetáculo que a mairoia esperava. Mas jogo bom não precisa ser necessariamente um jogo plástico.
A interessante primeira etapa seguiu no segundo tempo. E com alguma melhora. A marcação prevalescia, e puxava bons contra-ataques dos dois lados. Jogo corrido. Contudo, faltou a famosa tranquilidade do último passe.
Drogba entrou, e deu trabalho. Quase marcou. Brigou bastante. Portugal teve um gol anulado, com correção.
No finalzinho, quase que a Costa do Marfim marca seu gol salvador, mas o jogo merecia mesmo um empate. Talvez com gols, mas quem disse que a Jabulani quer? Ela que manda, falaram mal dela, ela está se rebelando. Diga-se, com razão.
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