O grupo é o C, porém o duelo é entre letras E. Eslovênia e Estados Unidos. O primeiro tinha protagonizado jogo horroroso contra a Argélia, o segundo um jogo "menos ruim", mas horível também, contra a Inglaterra. E ambos tinham jantado ótimos frangos.
Contudo, se o frango da Argélia foi muito bom, o inglês pesou. Talvez estivesse meio verde, precisando crescer mais um pouco antes de ser devorado. A verdade é que o primeiro tempo foi de total domínio esloveno.
Logo na saída de jogo, uma briga generalizada. O motivo foi um duelo comum pelo alto, em que um cotovelo de Dempsey esbarrou no europeu. Como estes estão acostumados com música clássica, não viram assim. Originou-se um empurra-empurra. Isso tudo com menos de um minuto. Como o juiz do Mali não sabe regras de boxe, muito menos é Dempsey algo próximo de Mike Tyson, o assunto morreu.
O jogo seguiu, e uma brisa resolveu. Birsa chutou, e ela fez uma leve curva. Morreu no gol. 1x0.
A Eslovênia, quem diria, jogava por música contra os poderosos norte-americanos. Ok, foi um exagero o "poderosos", mas o time da América ANglo-Saxônica é superior ao europeu. Porém, a Eslovênia era quem mandava e, como dizia, jogava por música, para France Prešeren nenhum botar defeito. ( não sabe quem é esse porra? )
E assim, jogando melhor, com ampla solidez defensiva, o time apostava em contra-ataques. Contudo, Novakovic entendia a regra do impedimento com a mesma facilidade que eu pronuncio seu nome. E constantemente via o bandeira erguer seu mastro, no bom sentido, é claro.
Isto até, finalmente, alguém resolver meter a bola para uma pessoa diferente. Ljubijankic, cujo nome consegue ser mais complexo que o seu parceiro de ataque, saiu na cara de Howrd, e tocou com "catiguria". 2x0.
No intervalo, porém, os jogadores se reuniram. Não era mais Bush o presidente, era Obama. Contudo, as tropas seguem no Iraque e, na última oportunidade em que os EUA sofreram dois ataques destruidores, acabaram bombardeando o Afeganistão, no famoso 11 de setembro. Decidiram, portanto, permitir uma recuperação dos EUA, pelo bem da população. Quem agradeceu também foram os ex-colonizadores dos EUA, visto que estes passariam a vergonha de ver a Eslovênia como primeira classificada do grupo...
A ideia, contudo, não era tão exdrúxula e ridícula, como foi o carrinho de Cesar, que pelo nome já é de se pensar que o rapaz estava completamente perdido. Donavan recebeu e, como era o único capaz de finalizar direito o lance, encheu o pé com 2º de ângulo para o arremate. O goleirão parecia olhar, distraidamente, ára alguma torcedora e, assustado com a bola, apenas teve a reação de tirar sua cabeça. E de tomar o gol. 2x1.
Seguindo o combinado, os eslovenos não entregavam o gol, mas simplesmente esqueceram de jogar. Ficavam só atrás, sequer esbolçavam contra-ataques. Novakovic nem ficava mais impedido. E os Estados Unidos foram forçando, forçando.
Até que o time norte-americano obedeceu seu técnico, o qual havia exigido o empate. Coube ao filho deste marcar o gol de empate, mostrando sua obediência, para depois ser castigado por um enorme montinho sobre ele...
No final do jogo, os eslovenos esqueceram que o jogo já estava empatado, e seguiu atrás. Tomou o terceiro, contudo, o juiz do Mali, cujo nome, quem quiser, abra o horáculo Google, parecia saber da estratégia, e deu o tradicional perigo de gol, segurando o 2x2.
2x2 que, diga-se, foi justo, em uma partida de domínio da Eslovênia em 45 minutos, e domínio dos Estados Unidos nos outros 45. E jogo esse, relate-se, que foi o mais emocionante até aqui.
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