Mais um jogo da Holanda. Outra expectativa de grande show. E mais uma vez o que se viu foi a Laranja Secreta. E, claro, tudo absolutamente planejado.
A partida começou equilibrada e, para evitar qualquer risco, lá foi a Holanda matar o jogo. Sneijder ensinou como se lança uma bola em um contra-ataque. Robben fez o de sempre. Mas o de sempre ainda ganha de qualquer zagueiro. Puxou para o meio e chutou no canto. O de sempre matou o jogo. 1x0.
É, ainda faltavam 75 minutos. Alguma chance de virada? Sinceramente? Não.
A Holanda Secreta então, tratou de enrolar o jogo. Não permitia chances criadas, não criava também. Essa é a Nova Holanda, show, só quando não vale nada. Ou quando o mesmo for necessário. A finalidade, lógico, é não gerar falsas expectativas. Mas isso é perigoso. As Holandas até hoje derrotadas, mesmo fracassadas, são enaltecidas. Essa não será. Não dá show.
No sgeundo tempo Robben, que pela contusão não é lá muito chegado no tal plano secreto, fez a jogada do segundo gol. Mas o zagueiro, ciente do plano, chutou no rosto de Mucha, e quase murchou a bola.
Mas logo a seguir, veio o segundo gol. A Holanda aprendeu nesta Copa algo que nunca fizera na história antes: cera. Bateu uma falta rápida, mas com bola rolando. O juiz, claro, mandou voltar. Na seqüência (foda-se a Reforma), Kuyt errou e driblou o goleiro.
Pior, ainda deu uma bola redondinha para Sneijder. O mesmo teve de fazer o gol, para não deixar muito nítido o plano holandês de dificuldades. 2x0, e Kuyt proibido de plantar maconha no seu quintal - o que de nada serve, visto que o mesmo tem residência em Liverpool, e a Inglaterra não é tão liberal quanto a Holanda.
No final do jogo, o goleirão fez um pênati depois da zgaa marcar bobeira. Nada de errado. 2x0 era muito elástico e já poderia criar alguma expectativa. Vittek fez o que deveria ter feito antes, mas atrapalhou os planos da Laranja. O gol eslovaco.
2x1. Só para dar emoção. E com o Plano mais em dia que nunca: a Holanda 2010 recebe críticas. Tem algo que deixaria os holandeses mais contentes?
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Capítulo 42: Itália x Eslováquia - Cazzo! Dove va adesso?
Se Paraguai x Nova Zelândia teve um roteiro bem à Sessão da Tarde, o mesmo não se pode dizer do outro jogo do grupo, entre Itália e Eslováquia. Este teve um roteiro pra lá de drama. Muito suspense e terror. E uma surpresa inesperada. E aqui o pleonasmo (alguma surpresa é esperada?) faz-se necessário para dar a ênfase devida ao fato.
Vexatória. Pífia. Ridícula. Qualquer adjetivo dessa linha pode ser aplicado ao que foi a Itália nesta primeira fase. No longínquo dia em que ocorreu o sorteio dos grupos, algo era indubitável: o grupo F era uma baba para a forte seleção italiana. Um Paraguai razoável, mas outras duas babas. Uma Nova Zelândia que mal sabe o que é uma bola de futebol. O vexame não foi apenas não se classificar. Conseguir a proeza de ficar atrás da Nova Zelândia piora ainda mais, até pelo fatod e que a toda poderosa Itália não conseguiu vencer o time de rugby.
Hoje muita pizza e macarrão distrubuídas por toda Itália. era só vencer a Eslováquia, cujos melhores jogadores são um zagueiro (Skrtel) e o meia Hamsik. Nada para assustar. Contudo, um filme de terror se estabeleceu. A Azurra não conseguia jogar. Em todo primeiro tempo criou uma boa chance de gol. Seu melhor centro-avante, por coincidência o melhor zagueiro eslovaco, Skrtel, cabeceou rente ao gol. Nada mais foi criado.
O primeiro tempo dava sono. Gattuso entrara e até melhorara o time italiano, mas ele está longe de ser definidor de jogadas. É mero marcador. Só esqueceram de avisá-lo para marcar o companheiro De Rossi, que saiu jogando de forma bizarra, tais como são as piadinhas destes posts sobre a Copa. Vittek chutou no cantinho. 1x0 para a Eslováquia.
No intervalo, Lippi mexeu. Colocou um Maggio - o que era correto, visto que era encessário algum feitiço para a Itália marcar - e Quagliarella. Porém, a mesma merda prosseguiu. Um Itália desorganizada tentava marcar. Di Natale precisava estar no dia 25 de dezembro para gerar algo útil. Iaquinta estava tão mal que, Iasexta, Iasábado, Iadomingo, não ia porra nenhuma.
Algo mudou com a entrada de Pirlo. Diga-se, quando um volante, que se é bom jogador, não é nenhum fora de série, semi-aposentado, vira solução, algo está errado. Mas independente disso, o ótimo jogador do Milan melhorou a qualidade do passe italiano.
Só que Pirlo não é mágico, muito menos Maggio. E Chiellini bobeou, para alegria de Vittek, ótimo atacante eslovaco. 2x0.
Só que a Itália é que nem boxe. Só acaba no nocaute. E não foi um nocaute, apenas abertura de contagem. Di Natale, mesmo sem estar no dia 25, conseguiu marcar. No lance do gol, muita confusão por causa da bola. Jogador tem QI de ostra. Existem ao menos mais seis bolas espalhadas pelo campo, para quê pegar justo a que está com o goleiro? (e perdão ás ostras pela injusta comparação, visto que estas são bem mais inteligentes)
Contudo, em outra falha da defensiva italiana, gol de lance originado em uma lateral. 3x1. É, acreditem, a Itália falhou feio na defesa, e mais de uma vez. "Ninguém defende como a Itália" é passado, definitivamente. Até porque agora tem a Suíça...
Mesmo assim, quase outra reação., Quagliarella fez um golaço. Pepe teve a chance o terceiro, mas não é o Pepe do Santos, nem Coutinho, muito menos Pelé. É um mero Pepe qualquer. E nada de empate.
Está mais do que na hora de comaçar a "Ação Italiana de Pedofilia", e rejuvenescer essa seleção.
Itália fora. Na primeira fase. E atrás da New Zealand... Cazzo! Dove va adesso?
Vexatória. Pífia. Ridícula. Qualquer adjetivo dessa linha pode ser aplicado ao que foi a Itália nesta primeira fase. No longínquo dia em que ocorreu o sorteio dos grupos, algo era indubitável: o grupo F era uma baba para a forte seleção italiana. Um Paraguai razoável, mas outras duas babas. Uma Nova Zelândia que mal sabe o que é uma bola de futebol. O vexame não foi apenas não se classificar. Conseguir a proeza de ficar atrás da Nova Zelândia piora ainda mais, até pelo fatod e que a toda poderosa Itália não conseguiu vencer o time de rugby.
Hoje muita pizza e macarrão distrubuídas por toda Itália. era só vencer a Eslováquia, cujos melhores jogadores são um zagueiro (Skrtel) e o meia Hamsik. Nada para assustar. Contudo, um filme de terror se estabeleceu. A Azurra não conseguia jogar. Em todo primeiro tempo criou uma boa chance de gol. Seu melhor centro-avante, por coincidência o melhor zagueiro eslovaco, Skrtel, cabeceou rente ao gol. Nada mais foi criado.
O primeiro tempo dava sono. Gattuso entrara e até melhorara o time italiano, mas ele está longe de ser definidor de jogadas. É mero marcador. Só esqueceram de avisá-lo para marcar o companheiro De Rossi, que saiu jogando de forma bizarra, tais como são as piadinhas destes posts sobre a Copa. Vittek chutou no cantinho. 1x0 para a Eslováquia.
No intervalo, Lippi mexeu. Colocou um Maggio - o que era correto, visto que era encessário algum feitiço para a Itália marcar - e Quagliarella. Porém, a mesma merda prosseguiu. Um Itália desorganizada tentava marcar. Di Natale precisava estar no dia 25 de dezembro para gerar algo útil. Iaquinta estava tão mal que, Iasexta, Iasábado, Iadomingo, não ia porra nenhuma.
Algo mudou com a entrada de Pirlo. Diga-se, quando um volante, que se é bom jogador, não é nenhum fora de série, semi-aposentado, vira solução, algo está errado. Mas independente disso, o ótimo jogador do Milan melhorou a qualidade do passe italiano.
Só que Pirlo não é mágico, muito menos Maggio. E Chiellini bobeou, para alegria de Vittek, ótimo atacante eslovaco. 2x0.
Só que a Itália é que nem boxe. Só acaba no nocaute. E não foi um nocaute, apenas abertura de contagem. Di Natale, mesmo sem estar no dia 25, conseguiu marcar. No lance do gol, muita confusão por causa da bola. Jogador tem QI de ostra. Existem ao menos mais seis bolas espalhadas pelo campo, para quê pegar justo a que está com o goleiro? (e perdão ás ostras pela injusta comparação, visto que estas são bem mais inteligentes)
Contudo, em outra falha da defensiva italiana, gol de lance originado em uma lateral. 3x1. É, acreditem, a Itália falhou feio na defesa, e mais de uma vez. "Ninguém defende como a Itália" é passado, definitivamente. Até porque agora tem a Suíça...
Mesmo assim, quase outra reação., Quagliarella fez um golaço. Pepe teve a chance o terceiro, mas não é o Pepe do Santos, nem Coutinho, muito menos Pelé. É um mero Pepe qualquer. E nada de empate.
Está mais do que na hora de comaçar a "Ação Italiana de Pedofilia", e rejuvenescer essa seleção.
Itália fora. Na primeira fase. E atrás da New Zealand... Cazzo! Dove va adesso?
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domingo, 20 de junho de 2010
Capítulo 27: Paraguai x Eslováquia - Treino de Luxo
O grupo tinha Itália como favorita e Nova Zelândia como candidato a saco de pancadas. Embora o coemço do post possa remeter a outro jogo, não é de Itália x Nova Zelândia que vou tratar agora. Mas sim do Paraguai, o verdadeiro cabeça de chave do grupo.
O time da eslováquia é ruim? Sim, muito. Tanto que consgeuiu a proeza de não vencer a Nova Zelândia, mesmo com seu treinador arrogante. E mais uma vez provou que era melhor ter deixado a Suécia viajar para a África.
No primeiro tempo, o Paraguai confundiu-se com Argentina ou Chile, e fez um partidaço. Dominou amplamente o primeiro tempo, o time europeu (europeu?)não consgeuiu criar rigorosamente nada o jogo praticamente inteiro, apenas um chute nos acréscimos do segundo tempo, o qual, na realidade, foi permitido pela defensiva paraguai, para que o goleiro Villar pudesse pegar na Jabulani. Nem tiro de meta ele bateu direito.
E assim, jogando como Chile ou Argentina, o Paraguai treinou. Porque o que fez nesta manhã foi um treino. De ataque contra defesa. O time europeu parecia decidido a dar a bola para o sul-americano,e tentar se defender. O Paraguai tinha como função roubar a bola e criar a jogada.
Foi o que se viu em todo primeiro tempo. A sorte dos eslovacos foi de que os atacantes permtiem a brincadeira com a qualidade de produtos do país. Roque Santa Cruz não joga por música, nem por rock, tampouco é santo, e deveria procurar a série D da Inglaterra, onde joga, para acompanhar o time pernambucano de mesmo nome. Perdeu ao menos dois gols. Barrios e Valdés colaboraram.
Precisou Vera, sair la de trás, e marcar o gol da primeira etapa. Não saíram amis gols porque o Paraguai não quis, ou porque percebeu que não era Argentina, nem Chile, e sim Paraguai.
E lembrando-se disso, fez um segundo tempo chato. De amplo domínio, mas com menos chances de gol. Como o Paraguai não é tão brilhante como a Holanda para arquitetar planos de jogo, acabou fazendo o segundo gol. Não queria, tanto que dois paraguaios, um deles Cardozo, se atrapalharam com a mesma Jabulani. Contudo, ela não queria receber maus-tratos europeus, e correu para um paraguaio.
Foi Rivera, que fez o gol. Cuidado, Vera não foi obrigado a rir, ninguém o chamou para dizer "Ri, Vera", mas sim OUTRO atleta, cujo nome é justamente este, fez o gol. É sempre bom deixar isto claro.
E assim, sem nem suar a camisa, o Paraguai venceu o jogo. Jogo? Quem foi o imbecil que falou em jogo? Foi treino. Treino de luxo, no máximo. 2x0, para não humilhar muito. E porque não é Argentina, nem Chile. E o Paraguai é tão fodástico, que nem estão lembrando do Cabañas direito, o qual ficou em casa para dar graça ao campeonato...
E a Eslovênia está praticamente fora da Copa. Ah, é Eslováquia? Foda-se, não faz diferença. Não se fez notar no gramado, não será neste post imbecil que será notada.
O time da eslováquia é ruim? Sim, muito. Tanto que consgeuiu a proeza de não vencer a Nova Zelândia, mesmo com seu treinador arrogante. E mais uma vez provou que era melhor ter deixado a Suécia viajar para a África.
No primeiro tempo, o Paraguai confundiu-se com Argentina ou Chile, e fez um partidaço. Dominou amplamente o primeiro tempo, o time europeu (europeu?)não consgeuiu criar rigorosamente nada o jogo praticamente inteiro, apenas um chute nos acréscimos do segundo tempo, o qual, na realidade, foi permitido pela defensiva paraguai, para que o goleiro Villar pudesse pegar na Jabulani. Nem tiro de meta ele bateu direito.
E assim, jogando como Chile ou Argentina, o Paraguai treinou. Porque o que fez nesta manhã foi um treino. De ataque contra defesa. O time europeu parecia decidido a dar a bola para o sul-americano,e tentar se defender. O Paraguai tinha como função roubar a bola e criar a jogada.
Foi o que se viu em todo primeiro tempo. A sorte dos eslovacos foi de que os atacantes permtiem a brincadeira com a qualidade de produtos do país. Roque Santa Cruz não joga por música, nem por rock, tampouco é santo, e deveria procurar a série D da Inglaterra, onde joga, para acompanhar o time pernambucano de mesmo nome. Perdeu ao menos dois gols. Barrios e Valdés colaboraram.
Precisou Vera, sair la de trás, e marcar o gol da primeira etapa. Não saíram amis gols porque o Paraguai não quis, ou porque percebeu que não era Argentina, nem Chile, e sim Paraguai.
E lembrando-se disso, fez um segundo tempo chato. De amplo domínio, mas com menos chances de gol. Como o Paraguai não é tão brilhante como a Holanda para arquitetar planos de jogo, acabou fazendo o segundo gol. Não queria, tanto que dois paraguaios, um deles Cardozo, se atrapalharam com a mesma Jabulani. Contudo, ela não queria receber maus-tratos europeus, e correu para um paraguaio.
Foi Rivera, que fez o gol. Cuidado, Vera não foi obrigado a rir, ninguém o chamou para dizer "Ri, Vera", mas sim OUTRO atleta, cujo nome é justamente este, fez o gol. É sempre bom deixar isto claro.
E assim, sem nem suar a camisa, o Paraguai venceu o jogo. Jogo? Quem foi o imbecil que falou em jogo? Foi treino. Treino de luxo, no máximo. 2x0, para não humilhar muito. E porque não é Argentina, nem Chile. E o Paraguai é tão fodástico, que nem estão lembrando do Cabañas direito, o qual ficou em casa para dar graça ao campeonato...
E a Eslovênia está praticamente fora da Copa. Ah, é Eslováquia? Foda-se, não faz diferença. Não se fez notar no gramado, não será neste post imbecil que será notada.
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terça-feira, 15 de junho de 2010
Capítulo 12: Eslováquia x Nova Zelândia - A primeira real crueldade de Jabulani
O jogo entre Eslováquia e Nova Zelândia estava no mesmo rol de Eslovênia e Argélia: um dos poucos dispensáveis da Copa. (Não para este que vos escreve, óbvio) Não apenas isso, era o jogo também de uma "Eslov" contra uma das piores seleções da Copa, com a agravante de que a Nova Zelândia, em teoria, é a PIOR seleção mesmo, quiçá de todas as Copas.
A Eslováquia entrou com um fator muito importante a seu favor, a humildade. Seu treinador disse, logo no começo, que seria vitória fácil.
Os quatro primeiros minutos foram preocupantes, com dois arremates neo-zelandeses. A surpresa, porém, durou pouco, e dos 13 em diante só deu time europeu. Porém, chances de gol mesmo foram escassas.
O predomínio eslovaco resultou em um gol logo cedo. E curioso, o também primeiro erro com mais gravidade desta Copa. O gol de cabeça marcado por Vittek foi de certa beleza, com ótima cabeçada do avante. Porém, o mesmo encontrava-se pouco menos de um metro impedido. Pouco, mas impedido.
A Eslováquia passou a marcar pressão a saída de bola, e chegou a ter outra boa chance, a qual desperdiçou. Aos poucos o time foi recuando, e a modificação do treinador colaborou para tal. Tirou um atacante e colocou um meia, enquanto o treinador da seleção da Oceania colocava outro centr-avante.
Aos 43, Smeltz poderia dar um castigo ao recuo e à prepotência do técnico Weiss, porém, mesmo completamente livre, perdeu o gol.
Contudo, se a ruindade de Smeltz e do time da Nova Zelândia não conseguem dar o castigo ao prepotende Weiss, há quem possa resolver. Jabulani. Tão criticada antes da hora, ainda não tinha mostrado sua força.
Mostrou hoje, caprichosamente entrando no último minuto, e deixando Weiss sem reação. Não tinha hora melhor, grande Jabulani, a rainha das bolas.
A Eslováquia entrou com um fator muito importante a seu favor, a humildade. Seu treinador disse, logo no começo, que seria vitória fácil.
Os quatro primeiros minutos foram preocupantes, com dois arremates neo-zelandeses. A surpresa, porém, durou pouco, e dos 13 em diante só deu time europeu. Porém, chances de gol mesmo foram escassas.
O predomínio eslovaco resultou em um gol logo cedo. E curioso, o também primeiro erro com mais gravidade desta Copa. O gol de cabeça marcado por Vittek foi de certa beleza, com ótima cabeçada do avante. Porém, o mesmo encontrava-se pouco menos de um metro impedido. Pouco, mas impedido.
A Eslováquia passou a marcar pressão a saída de bola, e chegou a ter outra boa chance, a qual desperdiçou. Aos poucos o time foi recuando, e a modificação do treinador colaborou para tal. Tirou um atacante e colocou um meia, enquanto o treinador da seleção da Oceania colocava outro centr-avante.
Aos 43, Smeltz poderia dar um castigo ao recuo e à prepotência do técnico Weiss, porém, mesmo completamente livre, perdeu o gol.
Contudo, se a ruindade de Smeltz e do time da Nova Zelândia não conseguem dar o castigo ao prepotende Weiss, há quem possa resolver. Jabulani. Tão criticada antes da hora, ainda não tinha mostrado sua força.
Mostrou hoje, caprichosamente entrando no último minuto, e deixando Weiss sem reação. Não tinha hora melhor, grande Jabulani, a rainha das bolas.
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