O México justificou o medo que tinha da Argentina. Ao menos depois de levar o segundo gol. Uma vitória da super seleção de Maradona, que colocou o México na roda e meteu inapeláveis 3x1. Levou um gol por puro azar. Messi destruiu. O time ofensivo da Argentina coloca qualquer um no bolso. Com o México não foi diferente. Show de bola dos hermanos!
Pronto, argentinos, este foi a descrição do jogo. E pronto também aos que tanto exaltam a seleção de Maradona. Agora, com estes felizes com os elogios, voltemos à realidade.
E a realidade foi de que a "super Argentina", a poderosíssima Argentina, tomou um baita sufoco no México nos minutos iniciais. Salcido chutou na trave. Guardado não guardou porque a Jabulani não quis.
O Méxio dominava, quando entrou em ação o PAA, como os amgios sabem, o Plano de Ajuda à Argentina, o qual vem sendo posto em prática rotineiramente nesta Copa. Ele é essencial para conquistas argentinas, visto 78 e 86. Sem eles nossos hermanos não conseguiriam vencer nenhuma Copa. Seriam uma Honduras da vida, mas com mais participações.
E assim, percebendo o risco eminente de gol mexicanos, colocou-se o PAA em ação. No primeiro lance, já parecia o cidadão impedido. No segundo, Tevez jogou para Messi. Tevez fez o gol. Não estava impedido, estava COMPLETAMENTE impedido. Nenhum jogador a sua frente, quando dois se faziam necessários.
Pouco depois, o mais novo jogador do River Plate, Ricardo Osorio, entregou o segundo gol apra Higuaín. Cogita-se também a possibilidade de naturalização do beque mexicano depois dos serviçoes prestados. Higuaruín fez outro gol dificílimo nesta Copa. 2x0.
O México se perdeu, e com razão. Contra o PAA é difícil manter-se com razão.
No início do segundo tempo, Tévez fez um golaço. Desta vez, méritos do mesmo, sem ajuda do Plano de Ajuda à Argentina. Bem como foi, já com um jogo chato e monótono, o gol mexicano, de Hernández.
Para segurar o jogo, entrou Verón, o que sozinho, como fato isolado, seria normal. Mas ele estava no gol do México! Verón, tem, portento, um irmão naturalziado mexicano...
E assim, sem show, jogando para o gasto, quase sem criar oportunidades, veio a classificação. Mas agora o buraco é mais embaixo: Alemanha.
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domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Capítulo 34: Uruguai x México - Jogo de não-compadres
Os comentários eram unânimes. Uruguai e México se classificam com o empate, vão fazer jogo de compadres. O máximo para discordar desse pensamento era uma pergunta: será que os mexicanos vão querer pegar a Argentina? Porém, nada que durasse muito para ser abafado. E a todas essas vozes, veio um senhor cala-boca do dupla.
Pode não ter sido uma partida épica, de entrar para a história. Pode também - e não foi - o melhor jogo desta Copa. Mas certamente foi um dos melhores, e muito mais aberto e emocionante do que, por exemplo, França x África do Sul.
O primeiro tempo nem parecia jogo de Uruguai. Totalmente aberto. Chance aqui, Guardado quease guardou na gaveta, mas ficou no travessão. Isso sem citar as inúmeras chances de gols que não foram concluídas. O "asteca" Blanco mostrou que ainda pode criar muitos problemas.
Apesar de um México um pouco melhor, o gol foi uruguaio. Suárez recebeu cruzamento e venceu Verón Pérez. 1x0.
No segundo tempo, poderia vir o tal jogo de compadres, visto que se espereava um mínimo de descência da França, o que implicava em jogar sério e complicar a África do Sul, esta que dificilmente conseguiria marcar mais dois gols.
E o que se viu, para alegria do pessoal da teoria da conspiração? Um México ultra-ofensivo, querendo mais do que o empate, a vitória. Ora, isso é louvável, pois com isso a equipe poderia tomar o gol no contra-ataque sem maiores pesares, e facilitar o trabalho do país sede.
O jogo continuou bom, e até melhorou. Contudo, gol não saiu. Lugano quase fez, Rodríguez quase empatou em duas oportunidades. Foi bom. O empate, independente dos ataques da partida, reativaria a teoria conspiratória.
Esta acabou abafada, e ainda rendeu elogios aos dois times, pois em nenhum momento, nenheum mesmo, sequer ameaçaram o tal "Jogo de compadres". Como prêmio, os dois passaram de fase. Com justiça, diga-se.
Pode não ter sido uma partida épica, de entrar para a história. Pode também - e não foi - o melhor jogo desta Copa. Mas certamente foi um dos melhores, e muito mais aberto e emocionante do que, por exemplo, França x África do Sul.
O primeiro tempo nem parecia jogo de Uruguai. Totalmente aberto. Chance aqui, Guardado quease guardou na gaveta, mas ficou no travessão. Isso sem citar as inúmeras chances de gols que não foram concluídas. O "asteca" Blanco mostrou que ainda pode criar muitos problemas.
Apesar de um México um pouco melhor, o gol foi uruguaio. Suárez recebeu cruzamento e venceu Verón Pérez. 1x0.
No segundo tempo, poderia vir o tal jogo de compadres, visto que se espereava um mínimo de descência da França, o que implicava em jogar sério e complicar a África do Sul, esta que dificilmente conseguiria marcar mais dois gols.
E o que se viu, para alegria do pessoal da teoria da conspiração? Um México ultra-ofensivo, querendo mais do que o empate, a vitória. Ora, isso é louvável, pois com isso a equipe poderia tomar o gol no contra-ataque sem maiores pesares, e facilitar o trabalho do país sede.
O jogo continuou bom, e até melhorou. Contudo, gol não saiu. Lugano quase fez, Rodríguez quase empatou em duas oportunidades. Foi bom. O empate, independente dos ataques da partida, reativaria a teoria conspiratória.
Esta acabou abafada, e ainda rendeu elogios aos dois times, pois em nenhum momento, nenheum mesmo, sequer ameaçaram o tal "Jogo de compadres". Como prêmio, os dois passaram de fase. Com justiça, diga-se.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
A Vingança Irlandesa-Mexicana
Tinha escrito no título, França x México, mas seria um senhor absurdo colocar a França primeiro. Não merece. O time, que já não é nada simpático aqui no Brasil por jogos como 1998 e 2006, 3x0 e 1x0 respectivamente, entrou antipática a todo planeta, inclusive para alguns franceses, pela maneira incorreta e antiesportiva que a mesma entrou na competição.
Já provocou inúmeras gargalhadas no lance que, a meu ver, marcou a imagem mais hipócrita desta Copa, a qual não acredito que terá concorrência para receber tal rótulo: Henry, o mão grande/mão boba e outros afins, exatamente, A PESSOA QUE METEU A PORRA DA MÃO NA BOLA, e assim tirou a oportunidade da Irlanda disputar uma Copa, pediu pênalti de, o que será?, toque de mão! Hipocrisia do cacete...
Enfim, contra tudo e contra todos - com justiça, claro - a França, após empatar com a então seleção mundial, o Uruguai, foi pegar a nova torcida mundial, o México. A equipe francesa claramente está rachada. Henry não entra de jeito nenhum, mal aquece. Entra um cara que nem conhecia, e Cissé fica no banco. Mas ainda assim podia vencer, passar de fase, e aí já viu...
O México tem uma interessante formação, que mescla experiência e juventude. Claro, sempre com talento. O time mexicano é bom, muito rápido com Vela e Giovanni dos Santos no comando de ataque. Alguns veteranos, como Torrado e Osorio. Em geral, tal mistura funciona. E funcionou novamente.
Os irlandeses já preparavam a pizza, para comemorar a vitória. MÃO na massa era o lema, sem, claro, qualquer ironia deste escriba com a "Mão"... Comidas típicas em uma festa especial estavam sendo preparadas. França eliminada seria o que de melhor pdoeria ocorrer. De preferência que a seleção francesa saísse da África sem sequer balançar as redes.
O México foi melhor no jogo. Desde o começo, incomodou, especialmente com a velocidade de Vela e Giovanni. Com dez minutos, quatro boas chances criadas. A França tentava trabalhar mais a bola,e não conseguia muitas jogadas de gol.
Vela machucou, entrando Barrera em seu lugar. Outro jovem jogador. Esse time do México promete muito nas duas próximas Copas ainda... Porém, a partida perdeu em emoção, com certo receio de perder o jogo. A vitória era importantíssima. Disse, ainda antes do jogo, que apostava no México. No grupo de 15 pessoas fui o único, mas de nada adianta falar depois do jogo. Porém, era o típico duelo que, quem fizesse o primeiro, fatalmente venceria.
A primeira etapa, porém, ficou no 0x0. No segundo tempo, outro agroto entrou: Hernandéz. 22 anos, salvo engano. E foi o México quem mais procurou marcar o gol. Com justiça, e para alegria de 98% da população mundial, encontrou seu gol. O lance era dificílimo, contudo, o menino Hernández tinha posição legal. E mesmo que não a tivesse, foda-se. A instrução número um para os árbitros esta Copa era: "eliminar a França".
Se muitos esperavam um time desesperado em buscar o empate, se decepcionaram com a seleção francesa. Apática, comprovava meu pensamento do "quem fizesse venceria".
Blanco, que tem relatos de jogos oficias pela selção do tempo dos Astecas, entrou. E como faz desde os tempos ameríndinas, deixou o seu, batendo um pênalti com perfeição. 2x0, matando de vez o jogo.
Para alegria de irlandeses, brasileiros e, repito, 98% da população mundial.
Já provocou inúmeras gargalhadas no lance que, a meu ver, marcou a imagem mais hipócrita desta Copa, a qual não acredito que terá concorrência para receber tal rótulo: Henry, o mão grande/mão boba e outros afins, exatamente, A PESSOA QUE METEU A PORRA DA MÃO NA BOLA, e assim tirou a oportunidade da Irlanda disputar uma Copa, pediu pênalti de, o que será?, toque de mão! Hipocrisia do cacete...
Enfim, contra tudo e contra todos - com justiça, claro - a França, após empatar com a então seleção mundial, o Uruguai, foi pegar a nova torcida mundial, o México. A equipe francesa claramente está rachada. Henry não entra de jeito nenhum, mal aquece. Entra um cara que nem conhecia, e Cissé fica no banco. Mas ainda assim podia vencer, passar de fase, e aí já viu...
O México tem uma interessante formação, que mescla experiência e juventude. Claro, sempre com talento. O time mexicano é bom, muito rápido com Vela e Giovanni dos Santos no comando de ataque. Alguns veteranos, como Torrado e Osorio. Em geral, tal mistura funciona. E funcionou novamente.
Os irlandeses já preparavam a pizza, para comemorar a vitória. MÃO na massa era o lema, sem, claro, qualquer ironia deste escriba com a "Mão"... Comidas típicas em uma festa especial estavam sendo preparadas. França eliminada seria o que de melhor pdoeria ocorrer. De preferência que a seleção francesa saísse da África sem sequer balançar as redes.
O México foi melhor no jogo. Desde o começo, incomodou, especialmente com a velocidade de Vela e Giovanni. Com dez minutos, quatro boas chances criadas. A França tentava trabalhar mais a bola,e não conseguia muitas jogadas de gol.
Vela machucou, entrando Barrera em seu lugar. Outro jovem jogador. Esse time do México promete muito nas duas próximas Copas ainda... Porém, a partida perdeu em emoção, com certo receio de perder o jogo. A vitória era importantíssima. Disse, ainda antes do jogo, que apostava no México. No grupo de 15 pessoas fui o único, mas de nada adianta falar depois do jogo. Porém, era o típico duelo que, quem fizesse o primeiro, fatalmente venceria.
A primeira etapa, porém, ficou no 0x0. No segundo tempo, outro agroto entrou: Hernandéz. 22 anos, salvo engano. E foi o México quem mais procurou marcar o gol. Com justiça, e para alegria de 98% da população mundial, encontrou seu gol. O lance era dificílimo, contudo, o menino Hernández tinha posição legal. E mesmo que não a tivesse, foda-se. A instrução número um para os árbitros esta Copa era: "eliminar a França".
Se muitos esperavam um time desesperado em buscar o empate, se decepcionaram com a seleção francesa. Apática, comprovava meu pensamento do "quem fizesse venceria".
Blanco, que tem relatos de jogos oficias pela selção do tempo dos Astecas, entrou. E como faz desde os tempos ameríndinas, deixou o seu, batendo um pênalti com perfeição. 2x0, matando de vez o jogo.
Para alegria de irlandeses, brasileiros e, repito, 98% da população mundial.
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sábado, 12 de junho de 2010
Capítulo 1: África do Sul x México - O Começo
E finalmente a Copa começou. E começou com jogo do, a meu ver, melhor grupo. Mas como nem tudo são flores, inventaram no colégio uma porra de prova bimestral e não quiseram respeitar o horário do jogo, que claro, é muito mais importante. Restou a minha pessoa fazer a mesmo com maior pressa possível, e correr pra achar uma TV na redondeza.
O relógio marcava 27 do primeiro, 0x0 com boa chance já perdida pelos mexicanos, até então. A partida foi marcada pelo retorno das vuvuzelas aos ouvidos dos espectadores. Não reclamo desta, mas sinceramente não sei como o povo aguenta ficar esse tempo todo soprando...
E o México que dominava a partida, sendo muito perigoso com seu leve e perigoso ataque, em especial por Giovanni dos Santos e Vela, que criavam várias chances de gol. O goleirão sul-africano fez sua parte.
A equipe de Joel Santana Carlos Alberto Parreira tinha imensa dificuldade na saída de bola. Confesso que fiquei uns 10 minutos vendo a TV até que aparecesse na tela a imagem do gol defendido por Verón Pérez, que me aprece ser o mesmo tampinha de anos anteriores.
Todos se surpreenderam com a não escalação de Ochoa, mas este encontrava-se com muita tequilla, e então dificuldade de reflexos. Como o bar era argentino, aproveitaram e já levaram Verón para jogar. Mas o meia não mostrou a mesma habilidade no gol.
No final do primeiro tempo, a carapuça de Verón quase veio à tona. Dois escanteios e ele saiu catando borboleta. Quase que entrega. Os minutos finais dos primeiros 45 minutos de Copa do Mundo foram sul-africanos. Mas o placar ficou zerado.
No segundo tempo, o jogo seguiu equilibrado. O México alterou seu time, sem obter grandes resultados. Pressionava mais, porém, viu um contra-ataque muito bem encaixado pelo país-sede terminar num chutaço, no ângulo.
Apesar do golaço do rapaz, cujo nome não lembro, mas todos podem facilmente encontrar entrando em qualquer site esportivo, pois este é o destaque, o detalhe mais interessante foi Verón, e me recuso a chamá-lo de Pérez, pois o rapaz parece com o Verón mais do que o próprio Verón. Acreditem.
Enfim, o jgoo ficou equilibrado, mas Rafa Marques empatou, num chute pra lá de estranho. 1x1. No final, ainda a África do Sul colocou bola na trave. 1x1 e fim de papo.
Interessante colocar que o time sede perdeu dois gols feitos antes do empate mexicano. Parreria não quis levar Mc'Carthy porque estava acimda do peso. Mais vale um Ronaldo gordo que um Robert em forma...
O relógio marcava 27 do primeiro, 0x0 com boa chance já perdida pelos mexicanos, até então. A partida foi marcada pelo retorno das vuvuzelas aos ouvidos dos espectadores. Não reclamo desta, mas sinceramente não sei como o povo aguenta ficar esse tempo todo soprando...
E o México que dominava a partida, sendo muito perigoso com seu leve e perigoso ataque, em especial por Giovanni dos Santos e Vela, que criavam várias chances de gol. O goleirão sul-africano fez sua parte.
A equipe de Joel Santana Carlos Alberto Parreira tinha imensa dificuldade na saída de bola. Confesso que fiquei uns 10 minutos vendo a TV até que aparecesse na tela a imagem do gol defendido por Verón Pérez, que me aprece ser o mesmo tampinha de anos anteriores.
Todos se surpreenderam com a não escalação de Ochoa, mas este encontrava-se com muita tequilla, e então dificuldade de reflexos. Como o bar era argentino, aproveitaram e já levaram Verón para jogar. Mas o meia não mostrou a mesma habilidade no gol.
No final do primeiro tempo, a carapuça de Verón quase veio à tona. Dois escanteios e ele saiu catando borboleta. Quase que entrega. Os minutos finais dos primeiros 45 minutos de Copa do Mundo foram sul-africanos. Mas o placar ficou zerado.
No segundo tempo, o jogo seguiu equilibrado. O México alterou seu time, sem obter grandes resultados. Pressionava mais, porém, viu um contra-ataque muito bem encaixado pelo país-sede terminar num chutaço, no ângulo.
Apesar do golaço do rapaz, cujo nome não lembro, mas todos podem facilmente encontrar entrando em qualquer site esportivo, pois este é o destaque, o detalhe mais interessante foi Verón, e me recuso a chamá-lo de Pérez, pois o rapaz parece com o Verón mais do que o próprio Verón. Acreditem.
Enfim, o jgoo ficou equilibrado, mas Rafa Marques empatou, num chute pra lá de estranho. 1x1. No final, ainda a África do Sul colocou bola na trave. 1x1 e fim de papo.
Interessante colocar que o time sede perdeu dois gols feitos antes do empate mexicano. Parreria não quis levar Mc'Carthy porque estava acimda do peso. Mais vale um Ronaldo gordo que um Robert em forma...
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