Japão x Paraguai. Oitavas-de-final. Em tese, jogão. Mas os espectadores de Petrória viram o pior jogo do ano. Há quem diga que Palmeiras x Vasco, aquela partida bisonha pelo campeonato Brasileiro onde nêgo chutou de frente para o gol uma bola na lateral, (e em uma linha imaginária da GRANDE área) foi pior. Mas esse jogo teve apenas 90 minutos de tortura. O disputado hoje, 120 e pênaltis. Tortura assim nem nos tempos de ditadura militar.
A questão que fica é sobre a torcida. Não é possível, algum presente no duelo que estava nas arquibancadas deve ter cometido um ato pra lá de proibido em terras sul-africanas. Mas um ato pior do que ser herege na Idade Média. E ainda pior do que ser judeu na Alemanha, durante o Nazismo.
A partida pode não ter sido pior do que Nigéria x Zâmbia, em janeiro, pela Copa Africana de Nações. Nesta, outro jogo horrível, também ocorreu 0x0 com direito a prorrogação e pênaltis. Com menos pênaltis convertidos ainda... Contudo, Paraguai e Japão têm a agravante de ser Copa do Mundo, e isso por si só define: foi o pior jogo do ano. Jogo típico da primeira rodada da fase inicial desta Copa.
Um detalhe curioso, e iritante, foi visto na Rede Globo de Televisão, na qual assisti à partida. Quando o jogador Marco Túlio Tanaka pegava na bola, sempre vinha junto "brasileiro". "O brasileiro Marco Túlio tira", "o brasileiro Tanaka cabeceia". Porra, ele ansceu no Brasil, só. É japonês agora, naturalizou-se. Não terá dó nenhuma em marcar gol na seleção brasileira. Isso, essa porra de ficar repetindo exaustivamente um brasileiro naturalziado me irrita, não sei se só a mim. Além do que, Lucas Barrios, também naturalizado, não foi chamado assim de argentino...
E os amigos aqui já devem perceber o quão ruim foi o jogo, visto que o rabiscador aqui só enrolou até agora, e nada de jogo.
E isso porque simplesmente não há o que dizer. Foi tortura coreana. Barrios teve uma chance, os japas meteram uma na trave. Deveria enrolar mais, para dar emoção ao jogo, mas não dá. Foi ruim demais. Só toque de bola, retranca, marcação. Honda deixou o motor desligado.
O 0x0 era previsto, e mais do que isso, temido. Ora, se em 90 minutos o jogo foi ruim, a tendência é piorar na prorrogação, com ainda menos chances de gol. É verdade, duas boas chances foram criados. Mais do que em todo tempo normal. Nada, porém, para mudar a definição do duelo: tortura.
Nos pênaltis, a salvação: apenas uma penalidade perdida, e japonesa. Chute no travessão. Sem dúvidas, o melhor lance do jogo. O prêmio de melhor em campo deveria ser de Komano, o perdedor do penal, pela rara emoção perimtida aos espectadores.
E agora os japoneses podem voltar a mexer no que sabem, a tecnologia, para evitar desculpas esfarrapadas na bola da Copa que vem. Especialmente num jogo ruim desses...
Mostrando postagens com marcador Japão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Japão. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 29 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Capítulo 44: Japão x Dinamarca - Honda atropela dinamarqueses
O título parece notícia de jornal. É ridículo e tosco. Mas é a verdade. O ótimo jogador Honda destruiu com o jogo...
Dinamarca x Japão foi um aperitivo dos mata-matas que estão por vir. Mas um aperitivo bem light. Em 20 minutos já estava decidido. O jogo começou aberto e equilibrado, com muita cera japonesa - e claro, uma cera repleta de tecnologia recém descoberta- e uma Dinamarca abofada afobada na busca do seu gol.
Logo no coemço, uma chance para cada lado. Pouco depois, o Japão quase marcou, duas vezes. sempre acelerado por Honda, o melhor em campo que, de quebra, ainda deixa a Toyota louca da vida por conta da propaganda "de grátis" para a concorrente Honda.
Tomasson, o qual joga pela seleção dinamarquesa desde os tempos medievais quando, nas horas livres, ajudou a formular a União de Kalmar, teve boa chance, e por pouco não marcou. O "Por pouco" acabou custando muito.
Honda acelerou e arranjou falta. Parecia de longe, mas com sua parceira Jabulani, meteu uma boa curva. Sorensen colaborou. 1x0 para o Japão e festa nipônica. Não demroou para ocorrer outra falta. E Endo guardou. 2x0. O jogo acabava aqui.
A Dinamarca até tentou, começou a jogar um monte de bolas para a área, sem sucesso. Agger foi monstruoso, aparecia em todos os locais do campo. O melhor disparado do time europeu. Jogou muito. E só dele poderia vir algo.
Ele arrumou um pênalti. É verdade que fez uma cena teatral mais esdrúxula que qualquer epça nos tempos de Absolutismo. Mas já era tarde. Tomasson ainda fez o favor de perder. Contudo, no rebote, fez. Só que ele já é "masters", e em jogo de "masters", sempre se machucam.
Contudo, o show era japonês, e de Honda - cuidado, não confundir com a marca de carros. O cara driblou de maneira sensacional, e tocou para o lado. Não importa quem fez. O gol foi de Honda. O jogo foi de Honda. E a classificação foi de Honda do Japão.
E Sorensen, que em nada criticou a bola, pagou feio por nada. Não tinha ofendido a Jabulani. Porém, além de tomar o primeiro gol, quase soltou uma bola pra la´de defensável. Pronunciamento do mesmo: "Jabulani me traiu, e justo com um japonês, esse tal de Honda. Nunca mais tenho relações com uma bola".
Dinamarca x Japão foi um aperitivo dos mata-matas que estão por vir. Mas um aperitivo bem light. Em 20 minutos já estava decidido. O jogo começou aberto e equilibrado, com muita cera japonesa - e claro, uma cera repleta de tecnologia recém descoberta- e uma Dinamarca abofada afobada na busca do seu gol.
Logo no coemço, uma chance para cada lado. Pouco depois, o Japão quase marcou, duas vezes. sempre acelerado por Honda, o melhor em campo que, de quebra, ainda deixa a Toyota louca da vida por conta da propaganda "de grátis" para a concorrente Honda.
Tomasson, o qual joga pela seleção dinamarquesa desde os tempos medievais quando, nas horas livres, ajudou a formular a União de Kalmar, teve boa chance, e por pouco não marcou. O "Por pouco" acabou custando muito.
Honda acelerou e arranjou falta. Parecia de longe, mas com sua parceira Jabulani, meteu uma boa curva. Sorensen colaborou. 1x0 para o Japão e festa nipônica. Não demroou para ocorrer outra falta. E Endo guardou. 2x0. O jogo acabava aqui.
A Dinamarca até tentou, começou a jogar um monte de bolas para a área, sem sucesso. Agger foi monstruoso, aparecia em todos os locais do campo. O melhor disparado do time europeu. Jogou muito. E só dele poderia vir algo.
Ele arrumou um pênalti. É verdade que fez uma cena teatral mais esdrúxula que qualquer epça nos tempos de Absolutismo. Mas já era tarde. Tomasson ainda fez o favor de perder. Contudo, no rebote, fez. Só que ele já é "masters", e em jogo de "masters", sempre se machucam.
Contudo, o show era japonês, e de Honda - cuidado, não confundir com a marca de carros. O cara driblou de maneira sensacional, e tocou para o lado. Não importa quem fez. O gol foi de Honda. O jogo foi de Honda. E a classificação foi de Honda do Japão.
E Sorensen, que em nada criticou a bola, pagou feio por nada. Não tinha ofendido a Jabulani. Porém, além de tomar o primeiro gol, quase soltou uma bola pra la´de defensável. Pronunciamento do mesmo: "Jabulani me traiu, e justo com um japonês, esse tal de Honda. Nunca mais tenho relações com uma bola".
Marcadores:
Copa do Mundo 2010,
Dinamarca,
Japão
sábado, 19 de junho de 2010
Capítulo 24: Holanda x Japão - A volta da Laranja Secreta
A Holanda vencera seu primeiro jogo na base da "Laranja Secreta", tudo articulado. Os críticos de plantão fizeram um puta alarde após a vitória da Alemanha por 4x0 sobre a Austrália a Austrália que, de tanto secarem o bom time alemão, este acabou tropeçando diante da Sérvia. A pergunta que pairava sobre os holandeses: jogar muito, acabar com a moral japonesa e deixar a imprensa nos secar por quê?
E lá foi a Minha Holanda para mais uma brilhante atuação arquitetada nos mínimos detalhes. O Japão, claro, é tão mecânico quanto é a Holanda, embora em sentidos diferentes. Os japas não cansam, fazem tudo nos mínimos detalhes, se matam em campo. Ora, não há necessidade de cansar o time.
Assim, como planejado, o primeiro tempo foi de absoluto controle holandês. Sim, todos pensam que a defesa japonesa que controlou investidas holandesas, e ninguém no país da maconha liberdade fez questão de negar, afinal, estava no "script".
Para não ficar muito chato, os holandeses permitiram aos japas duas chances de gol, apenas para eles ficarem contentes e pensarem que faziam bom jogo. Os holandeses, além de craques, são solidários. Mesmo com a seleção nipônica entrando com tudo, batendo muito, com um espírito samurai, na sua pior conotação.
Kuyt dissera antes do jogo que iria comer sushi. Então, só para dar um aviso, quase fez em bela bicicleta. Claro, tomou uma senhora dura no vestiário, e ficou proibido de deliciar-se com comida japonesa depois da partida. E ainda foi avisado de que, em caso de tentar novamente estragar os planos viraria ele, Kuyt, comida de leões do Safari africano.
Na segunda etapa, o jogo continuou igual, até a hora em que o treinador achou viável marcar o gol, o qual seria solitário na partida. Afinal, tem coisa mais broxante que ganhar de apenas 1x0 de uma seleção tão "quadrada"? Pois é, era exatamente isso que queriam os holandeses.
Sneijder, então, recebeu a ordem. Faça o gol. Pegou uma única bola e chutou. O goleiro japonês tentou abrir os olhos, mas a única coisa que fez foi espalmar para dentro do gol. Não foi frango, Sneijder calculou, com aquelas fórmulas físicas que todos esquecem depois do evstibular, a aceleração centrípeta da bola, relacionou com o tempo de queda e reação do arqueiro. Fez a probabilidade do rapaz estar nervoso. É, ele espalmaria errado. Dito e feito. Holanda 1x0.
A partir daí era esperar o jogo acabar. Honda não tem nenhum motor 2.0 para fazer o milagre de conseguir fazer a seleção japonesa jogar atacando. E assim foi só esperar o tempo passar.
Nos últimos cinco minutos o time foi liberado para dar um aperitivo do que sabe jogar, e criou duas ótimas oportunidades nesse tempinho mínimo. E Robben nem estava jogando.
Assim, Minha Holanda, a Laranja Secreta, ganhou outra, e já tem um pé na fase final.
E lá foi a Minha Holanda para mais uma brilhante atuação arquitetada nos mínimos detalhes. O Japão, claro, é tão mecânico quanto é a Holanda, embora em sentidos diferentes. Os japas não cansam, fazem tudo nos mínimos detalhes, se matam em campo. Ora, não há necessidade de cansar o time.
Assim, como planejado, o primeiro tempo foi de absoluto controle holandês. Sim, todos pensam que a defesa japonesa que controlou investidas holandesas, e ninguém no país da maconha liberdade fez questão de negar, afinal, estava no "script".
Para não ficar muito chato, os holandeses permitiram aos japas duas chances de gol, apenas para eles ficarem contentes e pensarem que faziam bom jogo. Os holandeses, além de craques, são solidários. Mesmo com a seleção nipônica entrando com tudo, batendo muito, com um espírito samurai, na sua pior conotação.
Kuyt dissera antes do jogo que iria comer sushi. Então, só para dar um aviso, quase fez em bela bicicleta. Claro, tomou uma senhora dura no vestiário, e ficou proibido de deliciar-se com comida japonesa depois da partida. E ainda foi avisado de que, em caso de tentar novamente estragar os planos viraria ele, Kuyt, comida de leões do Safari africano.
Na segunda etapa, o jogo continuou igual, até a hora em que o treinador achou viável marcar o gol, o qual seria solitário na partida. Afinal, tem coisa mais broxante que ganhar de apenas 1x0 de uma seleção tão "quadrada"? Pois é, era exatamente isso que queriam os holandeses.
Sneijder, então, recebeu a ordem. Faça o gol. Pegou uma única bola e chutou. O goleiro japonês tentou abrir os olhos, mas a única coisa que fez foi espalmar para dentro do gol. Não foi frango, Sneijder calculou, com aquelas fórmulas físicas que todos esquecem depois do evstibular, a aceleração centrípeta da bola, relacionou com o tempo de queda e reação do arqueiro. Fez a probabilidade do rapaz estar nervoso. É, ele espalmaria errado. Dito e feito. Holanda 1x0.
A partir daí era esperar o jogo acabar. Honda não tem nenhum motor 2.0 para fazer o milagre de conseguir fazer a seleção japonesa jogar atacando. E assim foi só esperar o tempo passar.
Nos últimos cinco minutos o time foi liberado para dar um aperitivo do que sabe jogar, e criou duas ótimas oportunidades nesse tempinho mínimo. E Robben nem estava jogando.
Assim, Minha Holanda, a Laranja Secreta, ganhou outra, e já tem um pé na fase final.
Marcadores:
Copa do Mundo 2010,
Holanda,
Japão
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Capítulo 10: Camarões x Japão - Camarão é atropelado por Honda
Antes que me xinguem nos comentários, eu sei, o título é muito tosco.
Camarões e Japão era um jogo razoavelmente interessante. Confrontava dois estilos de jogo completamente diferentes, e prometia um ataque contra defesa. De um lado, a "irresponsabilidade" e ofensividade africana. De outro, a invejável obediência tática japonesa.
Camarões começou pressionando. Nada assustador, tinha a posse de bola, virava pra lá, virava pra cá. E nada de gol, nem de grandes perigos.
O Japão marcava quem nem um retardado. Parecia Palmeiras e Inter, pela última rodada pré-Copa do campeonato nacional. E, saibam, isso é Japão, invariavelmente. Muita marcação para arrumar um contra-ataque a marcar.
E isso veio. A bola foi roubada, e a jogada foi construída sem defeito de fábrica. O Japão pisou no acelerador, e Honda fez 1x0. Isso mesmo. Não sei se era Civic ou outro modelo, mas era Honda. E quando após o gol apareceu aquele placarzinho vermelho, quem ficou vermelho deve ter sido o dono da Toyota. Sem gastar um único centavo, a Honda conseguia fazer propaganda do seu produto.
Enfim, essas piadinhas escrotas são inevitáveis, porque jogo em si não tem muito o que falar. Camarões seguiu dominando, sem fazer nada. E o pior, tínhamos mais 45 minutos, que certamente seriam iguais (ou muito semelhantes) aos vistos na primeira etapa.
O primeiro tempo foi de domínio sem perigo de Camarões, com um chute perigoso do Japão. Isso foi exatamente o que ocorreu no segundo tempo. Ao menos até os 40 do segundo tempo.
Até lá, de perigo mesmo, um lance aos quatro para Camarões, e um chute de longe japa, que no rebote resultou em lance na trave. Só. Nada mais que faltas merecem destaque.
Nos últimos cinco minutos, o time africano lançou-se com tudo ao ataque. Fez o goleiro fazer ótima defesa. Meteu um chutaço da trave. Deu trabalho. Porém, já era tarde para merecer sorte melhor. O duro é ter que ver o Japão vencer o jogo...
Camarões e Japão era um jogo razoavelmente interessante. Confrontava dois estilos de jogo completamente diferentes, e prometia um ataque contra defesa. De um lado, a "irresponsabilidade" e ofensividade africana. De outro, a invejável obediência tática japonesa.
Camarões começou pressionando. Nada assustador, tinha a posse de bola, virava pra lá, virava pra cá. E nada de gol, nem de grandes perigos.
O Japão marcava quem nem um retardado. Parecia Palmeiras e Inter, pela última rodada pré-Copa do campeonato nacional. E, saibam, isso é Japão, invariavelmente. Muita marcação para arrumar um contra-ataque a marcar.
E isso veio. A bola foi roubada, e a jogada foi construída sem defeito de fábrica. O Japão pisou no acelerador, e Honda fez 1x0. Isso mesmo. Não sei se era Civic ou outro modelo, mas era Honda. E quando após o gol apareceu aquele placarzinho vermelho, quem ficou vermelho deve ter sido o dono da Toyota. Sem gastar um único centavo, a Honda conseguia fazer propaganda do seu produto.
Enfim, essas piadinhas escrotas são inevitáveis, porque jogo em si não tem muito o que falar. Camarões seguiu dominando, sem fazer nada. E o pior, tínhamos mais 45 minutos, que certamente seriam iguais (ou muito semelhantes) aos vistos na primeira etapa.
O primeiro tempo foi de domínio sem perigo de Camarões, com um chute perigoso do Japão. Isso foi exatamente o que ocorreu no segundo tempo. Ao menos até os 40 do segundo tempo.
Até lá, de perigo mesmo, um lance aos quatro para Camarões, e um chute de longe japa, que no rebote resultou em lance na trave. Só. Nada mais que faltas merecem destaque.
Nos últimos cinco minutos, o time africano lançou-se com tudo ao ataque. Fez o goleiro fazer ótima defesa. Meteu um chutaço da trave. Deu trabalho. Porém, já era tarde para merecer sorte melhor. O duro é ter que ver o Japão vencer o jogo...
Marcadores:
Camarões,
Copa do Mundo 2010,
Japão
Assinar:
Postagens (Atom)