terça-feira, 22 de junho de 2010

Capítulo 32: Espanha x Honduras - ShoVilla

O jogo que está na cabeça de todos a partir do final do duelo Espanha x Honduras, é a partida entre a Fúria e o Chile, tanto que neste título quase escrevi Chile no lugar de Honduras. Contudo, isso é jogo para depois.

A Espanha precisava vencer e foi para o ataque, e logo no coemço meteu uma bola no travessão. Tomou dois sustos, é verdade, porém, Honduras jogava demasiadamente aberta. E dava assim espaços para os espanhóis.

Não demorou para aproveitarem esses espaços. Villa pegou uma bola, passou no meio de dois hondurenhos, cortou o terceiro. Já caindo, chutou forte, impedindo que o goleiro defendesse. 1x0. Golaço. O gol mais bonito legítimo, dizem alguns. Até o capitão da vila, Capdevila, aplaudiu seu semi-homônimo. É, essa foi péssima...

Honduras apostava em nomes interessantes. Esperava que Figueroa, zagueiro, reencarnesse o outro Figueroa, chileno, o qual jogou no Internacional. Só esperava. A única coisa que o mesmo fez foi um chute de muito longe, tentando surpreender Casillas. Nem que fossem "barraquillos" entraria.

A Espanha seguiu melhores e criando chances. Turcios não dava conta da marcação. Não adiantava a inspiração à cubana de Guevarra. Nada resolvia. Era uma chance atrás da outra. Chaves mostrou que é melhor no SBT do que no futebol da Globo... A Espanha só não matou ainda no primeiro tempo porque Torres estava em um dia péssimo.

No segundo tempo, porém, outra vila explodiu na Espanha. Villa bateu forte, a bola desviou e entrou. Até a Catalunha comemorou. E os bascos deram um viva à globalização, coisa antes impensável.

O mesmo Villa poderia ter feito o terceiro, mas não o fez por dois motivo. O hat-trick-hero da rodada já é de Higuaín, e Villa não merece, por pior que jogue, ser comparado ao Higuaruín. Pensando nisso e na temível comapração, que mancharia sua bonita carreira, bateu o pênalti para fora. Fez cara de surpresa, mas apenas por roteiro. Teve outra chance depois, porém permitiu chegada do zagueiro.

Fábregas fez o mesmo. O jogo estava decidido, não havia por que continuar atacando e marcando gols, só para criar expectativa. Del Bosque ainda colocou Mata, com a ordem igual a seu nome. Como o jogo já estava decidido, o mesmo nada fez

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Capítulo 31: Chile x Suíça - Goleada Ofensiva

Chile e Suíça estavam mais que em lados opostos na briga por uma vaga na segunda fase da Copa do Mundo. São estilos de jogar completamente diferentes. A Suíça, uma competente retranca, mas que para quem gosta de futebol bem jogado é uma catástrofe, como foi o Nazismo para o mundo, só que apenas na área do futebol. O chile, contudo, é o oposto. Um futebol bonito e ofensivo, sempre buscando o gol.

O jogo, porém lembrou treino. Não que tenha sido parado, ruim ou coisa do tipo. Foi movimentado e muito bom. Todavia, lembrou demais aquele treino básico de ataque contra defesa.

O Chile atacava, tentando furar um verdadeira parede saíça. Buscava e criava chances, desde o começo, sem sucesso entretanto. Dá até raiva.

Só que aos 30, Nehremi fez algo parecido com o que seu compatriota e parceiro de time fizera na primeira rodada: merda.Achou que lutava boxe ou greco-romana e distribuiu colotoveladas. De brinde, foi expulso. O Chile retomou sua pressão, mas nada.

O segundo tempo então. Frei foi sacado (provavelmente para ir rezar) e entrou Barnetta, para reforçar o meio campo. Quem confundir o nome do rapaz com pernetta não está de todo errado.

O Chile jogava, criava, mas nada. A Suíça, além de um ótimo PIB, tem um excelente SIB (Sorte Interna Bruta), e o que a zaga não tirava, o que o goleiro não percebia, algum deus suíço tirava. Até que finalmente o time da FIFA foi furado.

Não, nada de tanques de guerra, submarinos, aviões de caça ou bombardeios. Um argentino, que faz o milagre do Chile jogar tão bem, um tal de Marcelo Bielsa, furou. Colocou três jogadores em campo. Valdívia, Paredes e González.

Valdívia enfiou a bola.

Paredes tirou do goleiro e cruzou.

González cabeceou. Gol.

Quer mais? Lógico que quer. O gol foi chorado, mas não podia deixar de ser. Depois de mais de 9 horas e um recorde mundial em Copas, o gol levado pela Suíça tinha de ser bem chorado mesmo, de preferência com toque na trave e zagueiro se esticando para tentar salvar.

Melhor que isso, só dois disso. Mas Paredes tinha cansado. 1x0, na Suíça, é proporcional e até mais expressivo que 10x0 na Coreia do Norte, ou 10x1 em El Salvador. Essa é a maior goelada das histórias da Copa, não há necessidade de fazer mais.

E assim, de certa forma, prevalesceu o futebol bem jogado. 1x0. Ainda que o Chile tenha boas chances de ficar de fora, já valeu por ter a maior goleada da história das Copas.

Ah, sim, a Suíça teve uma chance de marcar, já aos 44 do segundo. Mas a Suíça lá faz gol?

Capítulo 30: Portugal x Coréia do Norte - Chocolate Português

A Costa do Marfim perde de 3x0 do Brasil. Portugal, então, precisa vencer a Coréia do Norte, por 1x0 que seja, para ficar em uma posição bem tranqüila tranquila. Contudo, o jogo é no estádio Green Point, onde três grandes seleções européias europeias (porra de reforma...) tinham fracassado anteriormente. Provavelmente pelo estádio estar "verde". Porém, provou que já amadureceu.

O jogo tinha como tempero a partida de 1966, quando a então desconhecida e fraca Coréia do Norte chegou a abrir significativos 3x0 diante de Portugal, com Eusébio no time. Contudo, veio a virada e vitória lusa por 5x3. Mas isso era apenas tempero.

Esperava-se uma Coreia ultra-fechada, como acoteceu diante do Brasil. Não foi o que se viu. Apesar de um começo bem atrás, aos poucos o time asiático foi se soltando e até chegou a criar boas oportunidades. Só que passou a dar espaços.

E em um desses, Portugal abriu o placar. Raúl Meireles recebeu ótima bola de Tiago. Talvez faltou um olho aberto na marcação, contudo agora já era tarde. 1x0. E assim acabou o primeiro tempo.

Só que a resistência coreana durou pouco. Logo aos oito, veio o segundo gol, e com isso a desistência norte-coreana. Contra o Brasil seguiram jogando. Agora, uma coisa é enfrentar Kaká, Robinho e Luís Fabiano. Outra é enfrentar Simão, Fábio Coentrão e Raúl Meireles...

E assim, como ocorre invariavelmente com times que desistem de marcar, veio uma chuva de gols. Um mais fácil que o outro. Hugo Almeida, Tiago e Liédson. Mais três na conta. 5x0. A cada gol, menor era a marcação.

Não bastasse a boa vontade dos norte-coreanos com o AECM (Associação para Eliminação da Costa do Marfim), o qual foi implantado pelo Brasil depois da pancadaria de ontem, pois já davam um senhor saldo, resolveram acabar com o jejum de Cristiano Ronaldo, que não marcava há um bom tempo - dois anos, dizem. Mas quantos jogos nesse período exatamente?

Ameaçaram recuar para o goleiro, mas na verdade deram ótima enfiada de bola para Cristiano Ronaldo, o qual dividiu com o goleiro, tomou uma bola nas costas - que ele tanto gosta - e fez o gol. Finalmente! 6x0.

Entretanto, acabar com gol de Cristiano Ronaldo não. É colocar em dúvida a masculinidade dos outros jogadores na construção do resultado. Assim, Tiago tratou de resolver. 7x0. E já está mais que bom. Portugal classificado.

Para a Coréia, fica a lição. Quando o assunto é futebol, é melhor usar a política deles,e ficar bem fechadinha...

Capítulo 29: Brasil x Costa do Marfim - E o Brasil não jogou nada...

A estreia contra a Coréia do Norte foi traumática. É verdade que o time asiático fez uma retranca maior do que era possível. Contudo, o Brasil nada fez para merecer coisa melhor do que uma vitória simples. Não virou o jogo, não fez marcação pressão, quase nenhuma jogada pelos lados. Foi um jogo acomodado.

E esta traumática apresentação tinha tudo para se repetir. Contudo, contou com uma forcinha do time africano, os amigos já vão entender porque. Antes, uma crítica. Os times africanos neste mundial estão apostando em treinadores estrangeiros. Um francês em Camarões, Sven-Goran Eriksson na Costa do Marfim; Parreira na África do Sul. E o resultado está aí: enorme probabilidade de todos dançarem ainda na primeira fase.

Voltando ao jogo em questão, o Brasil fez o de sempre. E o fez com razão, visto que até aqui tem dado certo. trata-se da postura. Apesar da primeira chance ser brasileira, e justamente em um contra-ataque, a bola era da Costa do Marfim. O que me incomodou muito. Não pela ação em si, mas pelas reclamações de quem estava a minha volta...

Ora, a especialidade do Brasil é contra-ataque, para tal, o time adversário tem de sair lá de trás. E nada mais coerente que, em não tendo a bola, deixá-la com o time rival. ora, a rigor, qual defesa fez Júlio César nos primeiros 30 minutos? Pois é, nenhuma. Isto ocorreu porque, mesmo sem a bola, o controle do jogo foi brasileiro durante todo tempo. Por que não fez isso diante da Coréia do Norte? Porque, mesmo com a bola, não iriam sair para o jogo. Os africanos saem.

E saíram, morderam a isca brasileira. Confesso, esperava jogo mais difícil, pois pensei que não seriam ingênuos e ficariam atrás,a té proque o empate era bom. Contudo, não foi o que ocorreu. Saíam, ficavam com a bola e, pensavam eles, tinham o domínio do jogo. Ledo engano. Erro crasso.

Pediram para perder. O Brasil precisou de apenas dois contra-ataques para achar seu gol. No primeiro, Kaká prendeu a bola demais. No segundo, a bola chegou em Luís Fabiano. Ele tava de jejum? Foda-se. FODA-SE. E mais um monte de foda-se para a imprensa babaca. É gol. 1x0.

E, claro, fim de papo. O Brasil poderia ainda mais deixar os africanos pensarem que podem jogar de igual para igual. E eles fizeram. Contudo, o primeiro tempo ficou 1x0.

Todavia, não demorou para a parada ser resolvida. Logo com cinco minutos, Fabuloso disputou uma bola pelo alto, ela pegou na mão dele. Totalmente sem intenção. Deu dois chapéus e meio e, aí sim, deu uma ajeitadinha com o braço. Mas marcar mão depois de dois chapéus e meio? Nem vem! Golaço. GOLAÇO! 2X0.

Só para fechar de vez o caixão, Kaká fez ótima jogada, e achou Elano livre. Acha que pode sair com o Brasil? Se fodeu. 3x0.

Só que aí os africanos mostraram que, além de burros por não perceberem que não podiam sair tanto, não sabem perder. Eles sabiam sim, jogar bem, e perder. Mas talvez o técnico europeu tenha mudado isso. O time africano resolveu bater. E bateram muito. O juiz deixou. Tinha de ser francês...

O cara dá solada, outro voadora, outro sme bola, e tudo certo. Punir? Nem fodendo. Aí Kaká encosta no africano, ele desaba, e o juiz expulsa. Êta coerência... O Kaká tocou no cara e tomou cartão. O camisa 9 quase querba o Elano e não recebe nem bronca...

Ah, sim, no meio disso teve um gol de Drogba, mas isso é irrelevante. A Costa do Marfim não merece mais destaque pelo que fez.

E o Brasil, jogou muito bem, e chegou a jogar bonito. Sei que o "jogo bunitu" veio com placar construído, porém, quem construiu o placar? O próprio Brasil. Não gosto muitas vezes dessa seleção, mas hoje simplesmente não há o que criticar. O Brasil jogou muito, e até bonito.

Quer criticar, critique o jogo da Coréia. Mas, se fizer isso, não reclame em caso de eliminação. O povo tem de se decidir se quer ganhar ou jogar bonito. Eu disse que prefiro o futebol bonito, mas não reclamo em caso de derrota. Contudo, bom que fique claro, hoje foi perfeito. Jogou bem e até bonito, vencendo. Não há o que reclamar. Ou melhor, há. o povo semrpe arruma algo...

Ah, e antes que me esqueça, Dunga Deus!

domingo, 20 de junho de 2010

Capítulo 28: Itália x Nova Zelândia

O grupo tinha Itália como favorita e Nova Zelândia como candidato a saco de pancadas. Sim, agora sim o jogo é Itália x Nova Zelândia. E não, o jogo não merecia maior critividade deste que vos escreve.

A teoria era bem explícita. A Nova Zelândia é pior que o time do meu condomínio. E a Itália venceria de goleada. 1x0. De preferência com gol de bola parada, e com colaboração do adversário. Contudo, os teóricos esqueceram de algo: a Itália, como grande favorita, precisaria atacar.

E, meus amigos, por mais que esta tenha massas deliciosas, se tem algo que a Itália não sabe fazer, é atacar. nem nos tempos de Mussolini, pois neste caso os outros que, por medo, recuavam. Nem nos tempos de Império Romano, quando os outros atacavam e tinham seus soldados recrutados. A Itália é defensiva por cultura, natureza e ideologia. Mexer nisso dará em merda, invariavelmente.

E deu. A Nova Zelândia tem um timaço de rúgbi. Tão bom, que também joga futebol. Ao menos essa é a única explicação razoável para a ruindade dos neo-zelandeses. Contudo, como dizia, deu merda. E na única chance de marcar, ou seja, na bola parada, Smeltz, um dos únicos atletas que têm um mínimo de qualidade, juntamente com Elliot, fez 1x0. Sim, a Nova Zelândia, o time do rúgbi, fez gol na Itália.

A partir daí foi um show de loucuras italiano. A chave para matar o jogo seria o contra-ataque, mas vá explicar para o time da Nova Zelãndia o que é isso. Eles demoraram 28 anos - e a saída da Austrália da Oceania - para entender o que se deve fazer com a bola. E segundo o próprio técnico, que jogou a Copa de 82, até hoje é um grande paradoxo como a seleção disputou aquela Copa.

O fato é que a Itália foi pressioanndo e chuveirando, até que De Rossi foi puxado por Smith, que não mostrou a mesma critividade na discrição que Will Smith demonstra em filmes de Hollywood. Pênalti. Mas faltava passar por Paston, o goleiro. Iaquinta, ruim, bateu bem, e Paston ficou "pastondo". 1x1.

Tinha muito tempo para virar? Sim, mas é a Itália. E quando a Itália precisa atacar, muito tempo é pouco, e pouco tempo é JIG (Jogo Impossível de Ganhar). Mesmo assim, no final do primeiro tempo a Itália criou boas chances, que esbarraram em Paston, o qual, pelo visto, cansou de pastar.

No segundo tempo, Lippi fez cagada. Tirou Gilardino e colocou Di Natale. Sim,e le deveria entrar, mas no lugar de Iaquinta. Alguém acha que um cara grosso desses faria dois no mesmo jogo, mesmo na Nova Zelândia, ainda mais em Copa do Mundo? Pois é.

E de segundo tempo, temos muito pouco a comentar. Fallon, saiu, entrou Wood. Calma, não se anime, nada de Robin Wood, mas sim sem descentende do octagésimo grau, Chris Wood. O rapaz também possui nas veias o sangue o "tirar dos ricos para dar aos pobres", e quase fez um gol, no final da aprtida. Mas até a Jabulani achou que já seria demais. Um time de rúgbi ganhar da atual campeã já é uma senhora hipérbole.

A Itália até teve uma finalização boa de Camoranesi, um chute cruzado de Di Natale e só. Ah, sim, teve um chute hiper torto de Iaquinta. Mas já disse, podia ser Iasexta, Iosábado ou qualquer outra porra. Dois dele não teríamos. Ah, sim, entrou também um tal de Barron no time da oceania, mas que só fez barro mesmo. Entrou morto.

E assim a seleção tetracampeã (sabe-se lá o porquê de esta ter tantos títulos e Super Holanda não ter nenhum...) conseguiu empatar contra um time de rúgbi. Mas o problema é justamente esse, a Itália sempre começa assim...

Capítulo 27: Paraguai x Eslováquia - Treino de Luxo

O grupo tinha Itália como favorita e Nova Zelândia como candidato a saco de pancadas. Embora o coemço do post possa remeter a outro jogo, não é de Itália x Nova Zelândia que vou tratar agora. Mas sim do Paraguai, o verdadeiro cabeça de chave do grupo.

O time da eslováquia é ruim? Sim, muito. Tanto que consgeuiu a proeza de não vencer a Nova Zelândia, mesmo com seu treinador arrogante. E mais uma vez provou que era melhor ter deixado a Suécia viajar para a África.

No primeiro tempo, o Paraguai confundiu-se com Argentina ou Chile, e fez um partidaço. Dominou amplamente o primeiro tempo, o time europeu (europeu?)não consgeuiu criar rigorosamente nada o jogo praticamente inteiro, apenas um chute nos acréscimos do segundo tempo, o qual, na realidade, foi permitido pela defensiva paraguai, para que o goleiro Villar pudesse pegar na Jabulani. Nem tiro de meta ele bateu direito.

E assim, jogando como Chile ou Argentina, o Paraguai treinou. Porque o que fez nesta manhã foi um treino. De ataque contra defesa. O time europeu parecia decidido a dar a bola para o sul-americano,e tentar se defender. O Paraguai tinha como função roubar a bola e criar a jogada.

Foi o que se viu em todo primeiro tempo. A sorte dos eslovacos foi de que os atacantes permtiem a brincadeira com a qualidade de produtos do país. Roque Santa Cruz não joga por música, nem por rock, tampouco é santo, e deveria procurar a série D da Inglaterra, onde joga, para acompanhar o time pernambucano de mesmo nome. Perdeu ao menos dois gols. Barrios e Valdés colaboraram.

Precisou Vera, sair la de trás, e marcar o gol da primeira etapa. Não saíram amis gols porque o Paraguai não quis, ou porque percebeu que não era Argentina, nem Chile, e sim Paraguai.

E lembrando-se disso, fez um segundo tempo chato. De amplo domínio, mas com menos chances de gol. Como o Paraguai não é tão brilhante como a Holanda para arquitetar planos de jogo, acabou fazendo o segundo gol. Não queria, tanto que dois paraguaios, um deles Cardozo, se atrapalharam com a mesma Jabulani. Contudo, ela não queria receber maus-tratos europeus, e correu para um paraguaio.

Foi Rivera, que fez o gol. Cuidado, Vera não foi obrigado a rir, ninguém o chamou para dizer "Ri, Vera", mas sim OUTRO atleta, cujo nome é justamente este, fez o gol. É sempre bom deixar isto claro.

E assim, sem nem suar a camisa, o Paraguai venceu o jogo. Jogo? Quem foi o imbecil que falou em jogo? Foi treino. Treino de luxo, no máximo. 2x0, para não humilhar muito. E porque não é Argentina, nem Chile. E o Paraguai é tão fodástico, que nem estão lembrando do Cabañas direito, o qual ficou em casa para dar graça ao campeonato...

E a Eslovênia está praticamente fora da Copa. Ah, é Eslováquia? Foda-se, não faz diferença. Não se fez notar no gramado, não será neste post imbecil que será notada.

sábado, 19 de junho de 2010

Capítulo 26: Camarões x Dinamarca - O típico roteiro africano apareceu

Jogo de derrotas na estréia, em geral, é desespero. O medo de perder e ficar foram tira a vontade de atacar e vencer o adversário. E assim, acabam ficando jogos chatos e sonolentos. Não foi o que ocorreu na vitória da Grécia diante da Nigéria, e também não foi o que se viu entre Camarões e Dinamarca.

É bem verdade que o jogo encaminhava para essa chatice citada, contudo, o "garoto inexperiente" Sorensen, quase com o dobro da minha idade, resolveu brincar, e tocou para Poulsen. O amigo que pensa "de novo esse porra entregou", engana-se. É outro Poulsen, esse loirinho, típico dinamarquês. Quis dar uma de Ronaldinho Gaúcho, tocar sem olhar. Deu uma de Zezinho da Peroba. Entregou a bola para Emana. Esse deu para quem sabe definir. Eto'o não teve trabalho e mandou para a rede. 1x0.

Então, pela primeira vez nesta Copa, vimos o que se acostumou a ver em um duelo entre africanos e europeus secundários. A Dinamarca fechada,e sperando para resolver num contra-ataque, e os africanos no seu tradicional futebol "irresponsável".

E tal como costuma ser o enredo desses casos, o africano se fodeu. Pode ser literalmente, se você, ao invés de jogo, procurar algum puteiro nas redondezas do estádio, mas pode ser no sentido do jogo, o conotativo. O amigo leitor que escolhe.

Se escolheu o sentido conotativo, já sabe. É claro que os africanos pagariam pela irreponsabilidade. Num lançamento sensacional, Rommedahl cruzou, e Bretnder, o guerreiro (e geralmente tal denotação leva à raça, e foge à técnica...), se esticou todo para empatar.

No final do primeiro tempo, Tomasson, ele mesmo, aquele que já jogava nos tempos em que hans Andersen começava a escrever seu conto "O Patinho Feio", mostrou que já está mais do que na hora de jogar na categoria masters, e perdeu gol feito.

Camarões teve duas boas chances também. Primeiro Mbia (não confundir com Bia, volante que jogou no Sport Recife, cujo nome já nos dá muito a entender acerca de sua sexualidade - e por que não do time em que jogou) roubou boa bola e Eto'o carimbou a trave. Depois disso, Emana saiu na cara do gol, e Sorensen pegou.

O segundo tempo começou bem morno. Aliás, bem frio, numa temperatura "Greolandística". Até que Rommedahl resolveu. E fez 2x1. Camarões, pressionou sem êxito, e fica de fora da Copa, claramente com problemas entre técnico e jogadores.

A vitória levou ao delírio Margarida. Nenhuma flor, mas sim Margarida II, chefe do Estado dinamarquês, que brindou comendo chocolate em Copenhagen. E com Camarões perdendo, Minha Holanda entrou.

Se o amigo tem dúvida entre o chato jogo japonês ou o jogo divertidíssimo dinamarquês, lembre-se da tenista Caroline Wozniacki. Se você for homem, torcerá para a Dinamarca, se for mulher, e casada, para o Japão. hehe